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domingo, 13 de novembro de 2011

Cerro Chaltén - Torre Egger - Irresistível Desafio + Cerro Chalten - Torre Egger - Irresistible Challenge


Quando pensamos em patagônia, recoramos de desertos de sal, ventos congelantes e pináculos de granito rasgando o céu. Entre a argentina e o chile, a oeste de Cerro Chaltén encontramos a Torre Egger, culminando a 2850 de neve, gelo e rochas.
Seu nome é uma homenagem a Toni Egger*, um alpinista austríaco, que faleceu em 1959, durante a escalada do Cerro Torre na expedição de Cesare Maestri.

A Torre Egger faz parte de uma formação de pináculos, estando entre o Cerro Torre, o de maior elevação e o Cerro Stanhardt. O Egger se destaca pelo gigantesco cogumelo de gelo no cume. Existiram muitas tentativas de escala-la, no entatanto varias foram as desistências devido ao clima rigoroso, exposição constante a detritos como rochas e gelo que se desprendem das encostas. Existem cinco rotas, todas de difícil progressao.

A face Leste da Torre Egger tem sua primeira ascensão registrada a 22 de fevereiro de 1976, onde os escaladores norte-americanos John Bragg, Jim Donini e Jay Wilson, através da aresta Sudeste, conta com quatro rotas: a Italiana de 1980 (De Donà e Giongo), Psycho Vertical (Jeglic, Karo e Knez, 1986), Titanic 87 (Giarolli e Orlandi, 1987) e Badlands (Anker, Gerberding e Smith, 1994).
No ano de 2002 Tim O’Neill e Nathan Martin, experientes e ousados escaladores norte-americanos conquistaram uma variante na face leste da Torre Egger. Essa nova variante apresenta dez cordadas, inicia pela Via Italiana – Face Leste; seguindo ate a Via Titanic 87, por oito novas enfiadas, através dos quais chegaram ao cume. No total, são 32 cordadas com dificuldades de 6b+ 5.11 A2 WI 6, 950m (a sigla WI é a graduação para escalada em gelo de fusão), sendo concluida em dois dias e meio e em estilo alpino, a segunda da mesma maneira na Torre Egger, depois de De Doná e Giongo. A escalada precisou ser abortada em várias ocasiões devido ao mal tempo, uma característica bem particular da Patagônia.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bastões de Caminhada - O apoio certo para o terreno incerto. + Walking Sticks - The right support for uneven terrain.

 Vale a pena investir em um bastão de caminhada? Você conhece os tipos de bastões?

     Várias são as dúvidas com relação às vantagens e desvantagens em usar os bastões de caminhada e dentre essas dúvidas, vale a pena ou não investir em um bastão para fazer uma caminhada longa ou mesmo um passeio mais curto em terreno plano ou acidentado?
      Os bastões de caminhada já são equipamentos obrigatórios para muitos esportistas de longas caminhadas, trekking ou o hiking, principalmente para os mochileiros, os bastões ofertam um excelente equilibrio.

     Quais são as vantagens que os bastões oferecem aos caminhantes?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Kilima Njaro - A "Montanha Brilhante" ofuscada pelo aquecimento + Kilima Njaro - The "Bright Mountain" overshadowed by the warming


  Na vasta extensão do Continente Africano, entre savanas e desertos, entre símbolos e culturas ergue-se imponente e não menos majestoso com sua atual diminuta coroa alva, o Monte Kilimanjaro.
A Montanha Branca (Oldoinyo Oibor – em Masai ) ou Montanha Brilhante (Kilima Njaro – em Kiswahili ), localiza-se ao norte da Tanzânia, região fronteiriça como Quênia, podendo o Pico Uhuru a 5.895 metros de altura ser apreciado a grandes distâncias.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

TRABALHO EM ALTURA - Risco e Prevenção + WORKING AT HEIGHTS - Risk and Prevention

MONTAGEM DE ANDAIMES.

O trabalho de montagem de andaimes possui características peculiares, pois em geral, os pontos de ancoragem são o próprio andaime, o que requer uma especial atenção a cada movimento pois o trabalhador só deverá se conectar a pontos que já estejam corretamente posicionados e travados.


Anterior a montagem devemos nos informar sobre a característica do andaime, e a forma correta para a montagem do mesmo.A área deverá ser isolada a fim de evitarmos a que da de materiais e o içamento das peças deverá ser feito com auxilio de equipamentos especiais para este fim. A utilização dos Epi’s necessários são imprescindíveis conforme demonstrado na figura abaixo.
Obs: O uso de cinto de segurança, talabartes duplos e conectores de grande abertura satisfazem perfeitamente a todos os requisitos de segurança.


 MOVIMENTAÇÃO COM TALABARTES.

Em todas as situações de trabalho em altura, onde não existam sistemas de proteção coletiva instalado, o trabalhador deverá portar e utilizar um sistema de proteção contra quedas individual, isto de maneira constante durante todo o seu deslocamento pelas estruturas ou escadas tipo marinheiro.


terça-feira, 12 de abril de 2011

Tom Perry - O Alpinista Descalço + Tom Perry - The Barefoot Mountaineer

Quem não gosta de caminhas com os pés descalços na areia, na grama, sentir texturas diferentes?

   Antonio Peretti, gosta e vai além, mas se você não o reconhece pode chama-lo de Tom Perry, este italiano ousado tem como diferencial o fato de não utilizar calçados durante suas escaladas, mas não são caminhadas até o Pico do Itacolomi, Corcovado, ou um passeio tranquilo pelas serras, ele faz isso em um ambiente onde muitos com todas as proteções ainda sofrem lesões irreparáveis.
   A história do "Alpinista Descalço" tem seu início no ano de 2002, quando escalou sem calçados algumas das principais vias das Dolomitas e o Monte Cristall (Itália). Porém sua reputação internacional só foi alcançada no ano de 2004, quando escalou o Monte Kilimanjaro - ponto culminante do Continente Africano - Pertencente ao Circuito Sete Montanhas. No mês de julho de 2005 ousou ainda mais e escalou o Vulcão Sajama (6.550m) - Bolívia - resistindo bravamente a temperaturas de até 30ºC negativos, incrivelmente sem danos permanentes aos pés.

domingo, 10 de abril de 2011

Conhecendo Half Dome - Maravilha do Mundo Rochoso + Knowing Half Dome - World Wonder Rocky

Half Dome

Em 1957, Royal Robbins, Sherrick Mike e Jerry Gallwas realizarão a primeira ascensão na via Regular Northwest 1800 Face - rota muito conhecida no Half Dome - Parque Nacional de Yosemite. Com duração de cinco dias, a subida foi um salto enorme no contexto de escaladas norte americano e mundial com grau VI de dificuldade passou a ser a primeira no mundo a ser superada. Até então, nenhum alpinista americano havia superado o tal muro enorme. As técnicas de auxilio de escalada, transporte de equipamentos, bivaque na face para escalar grandes vias, "BIG WALL" ainda estavam no seu inicio.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Soroche - O Mal da Montanha II + Soroche - Evil Mountain II


Sintomas
O Mal Agudo de Montanha afeta muitas pessoas que habitam regiões situadas ao nível do mar e que sobem a uma altitude moderada (2400 m) em 1 ou 2 dias. Isto faz com que sintam falta de ar, que aumente o seu ritmo cardíaco e se cansem facilmente. Cerca de 20 % sofrem de dor de cabeça, náuseas ou vómitos e insónias. O exercício físico esgotante piora os sintomas. A maioria das pessoas melhora em poucos dias. Esta perturbação benigna, que não passa de uma simples sensação desagradável, é mais comum entre os jovens do que entre as pessoas mais velhas.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Soroche - O Mal da Montanha I + Soroche - Evil Mountain I

Soroche – O Mal da Montanha

Os maiores problemas aparecem nas viagens organizadas, onde ocorreram, nos últimos dez anos, 80% das mortes causadas pelo mal da montanha: a vergonha de desistir ou de atrasar o grupo leva muitas vezes a um ritmo forçado, e a frustração de não completar o trekking faz com que se desculpe uma dor de cabeça ou as náuseas com a mudança de hábitos alimentares, ou com uma constipação. As últimas consequências são o coma e a morte, por edema pulmonar ou cerebral, e os médicos previnem: em caso de dúvida, assuma que se trata desta doença e pare, no mínimo, 24 horas; caso os incomodos desapareçam pode continuar a subir, sempre com paradas de aclimatação.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MACRAMÉ - A arte de fazer nós e amarrações + Macrame - The art of tying knots and lashings

  MACRAMÉ

A arte de fazer nós é tão antiga quanto a própria humanidade. Nossos antepassados da Idade da Pedra foram os primeiros a aprender a empregar diversos materiais para fabricar, com nós, utensílios para uso pessoal e para suas habitações. Sabe-se ainda que as antigas civilizações que viveram nas margens do Mar Egeu e o rio Nilo conheciam a arte de fazer nós.

 A palavra MACRAMÉ é de origem árabe e significa amarrado.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Entendendo as coisas: Nós e Amarrações - Nós Básicos / Understanding things: Knot and Moorings - Knot Basics

O melhor meio de se aprender a fazer um nó é sem dúvida ter alguém que saiba fazê-lo e que possa nos ensinar. Como isso nem sempre é possíveis, outra opção é observando as pessoas que sabem ou recorrer a livros específicos, o que para muitas pessoas nem sempre é sinal de facilidade. O importante é aprender sobre o nó, familiarizar-se com a nomenclatura utilizada e praticar.

Aqui dividiremos os tipos de nós em nós de trabalho e nós decorativos, que particularmente gosto muito.

No Brasil, quando nos referimos a nós, de uma forma direta, isso subentende qualquer tipo de nó, indiferentemente. Entretanto, devemos considerar que existem nós para varias finalidades e em idiomas estrangeiros existem nomes distintos para as distintas finalidades de uma amarração.

Nomes e Usos dos Nós

Os nomes e usos dos nós não seguem uma regra fixa,  principalmente no que tange ao seu uso.