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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Entendendo as Coisas + Understanding Things

Proeminência topográfica

 Estas Informações foram colhidas no site Wikipedia.

   Em topografia e orografia, a proeminência topográfica, que também se pode denominar factor primário, altura relativa ou altura autónoma é um conceito usado para a classificação de colinas e montanhas. Define-se como o desnível mínimo que há que descer desde o cume de uma colina ou montanha para chegar a outra qualquer, desde que seja mais alta, isto é, tenha maior altitude. Quanto maior proeminência topográfica tem uma montanha, mais se destaca entre as que a rodeiam, independentemente da sua altitude. A proeminência, tal como a altitude, é um valor absoluto para uma montanha, já que depende unicamente do ponto mais baixo que une uma montanha com qualquer outra mais alta que ela.

O Monte McKinkley, no Alasca, é um dos de maoir proeminência no mundo ( altitude 6.194m, proeminência 6138m)
   Todas as montanhas, excepto o Monte Everest, têm uma montanha de maior altura do que ela. Isto quer dizer que para qualquer outro monte tem de existir algum lugar tal que para passar desse monte a outro que seja mais alto, se perca a menor altitude possível. Esta simples observação, que já foi estudada pelo físico escocês James Clerk Maxwell, levou-o a pensar na existência de uma relação inequívoca entre cada um dos cumes da superfície terrestre e um ponto de sela (saddle). O aspecto mais complexo desta análise consiste em determinar qual é o trajecto de desnível mínimo que permita relacionar as duas montanhas.

Importância do conceito de proeminência

   A proeminência é um dado tão ou mais relevante que a altitude para determinar a importância de uma montanha. É uma medida objectiva que se relaciona fortemente com o significado subjectivo de um cume. Dá-nos ideia da sua relevância com referência às montanhas que a rodeiam. Os picos de proeminência baixa costumam ser picos subsidiários (subcumes) de outros principais, e os de proeminência alta indicam que a relevância da montanha é elevada, tendendo a ser os pontos mais altos da vizinhança e costumam ter vistas desafogadas em seu redor.
Devido ao conceito de proeminência, os três cumes secundários do Kanchejunga que estão acima dos 8.000 metros não figuram na listagem oficial das montanhas com mais de oito mil metros de altitude já que entre elas há muito pouco desnível (têm pouca proeminência) o K2 (altitude, 8.611m; proeminência, 4.017 m) é considerado o segundo cume mais importante, à frente do cume sul do Monte Everest (altitude, 8.749 m; proeminência, 10 m).

Definição de proeminência

As setas verticais mostram a proeminência topográfica de três picos numa ilha. A linha horizontal pontilhada liga cada um dos picos (excepto o mais alto) ao seu colo-chave.


As seguintes definições são equivalentes:
  • A proeminência de um cume é o desnível entre esse cume e a mais baixa curva de nivel circundante que o inclua a ele mas a nenhum ponto mais alto.
  • Para todos os montes, excepto para o Monte Everest, se a proeminência do cume é de P metros, para ir do cume para terreno mais elevado, ter-se-á de descer pelo menos P metros, qualquer que seja o trajecto escolhido. Note-se que isto implica que a proeminência de qualquer ilha ou do pico mais alto de um continente é igual é igual à sua altitude. Neste contexto, o Monte Everest é um caso especial: a sua proeminência é considerada igual à altitude, de modo a sustentar a definição.
  • Para todos os montes, menos para o Monte Everest, a proeminência pode ser calculada do seguinte modo: Para cada tergo (linha de cumeada), ou mesmo para qualquer trajecto que conecte o monte a terreno mais elevado, encontrar o ponto mais baixo do trajecto. Isto ocorrerá num colo (também chamado passo de montanha ou ponto de sela). O colo-chave (ou colo principal, passo de montanha-chave, ponto de sela-chave ou colo de ligação) é definido como o de maior altitude entre todos os colos, entre todos os trajectos (se o cume é o mais alto de uma massa de terra, como um continente ou uma ilha, o colo-chave será o oceano, e a proeminência do cume é igual à sua altitude). A proeminência é a diferença entre a altitude do cume e a do colo-chave (ver Figura 1).
  • Supondo que o nível do mar sobe até que o monte se torne o mais alto de uma ilha, então a proeminência do monte será o desnível entre o nível do mar e o topo do monte. O colo-chave representa o último istmo que ligaria a ilha a uma outra ilha mais alta, mesmo antes de ficarem separadas pela água. De modo equivalente, uma maneira de visualizar o conceito de proeminência consiste em imaginar que inundamos a Terra até cobrir o cume da montanha em questão. Por cima da água surgirão, como ilhas, as montanhas que são mais elevadas que a considerada. Agora começamos a evaporar a água de tal modo que o seu nível desce. Em dado momento observar-se-á que se abriu uma língua de terra que une o pico com outro que é mais alto que aquele. A proeminência vem expressa como a diferença entre a altitude da montanha e o nível da água nesse instante.

Cálculo da proeminência

A avaliação da proeminência consiste na determinação do colo-chave que, como referido, se relaciona inequivocamente com uma montanha (não pode haver dois ou mais colos-chave possíveis). Avaliada a altitude do colo-chave, a proeminência vem expressa como:




Proeminência = Altitude da montanha - Altitude do colo-chave


   A determinação da proeminência de uma montanha pode ser muito difícil, já que para cada montanha do planeta (à excepção do Monte Everest) existe sempre outra mais alta que ela, embora em certas ocasiões esta esteja a muitos quilómetros de distância. Quando o ponto mínimo está próximo da montanha em análise, o processo é bem mais fácil. A partir de modelos digitais do terreno será possível o desenvolvimento de algoritmos matemáticos para a avaliação da proeminência.

Cume principal ou cume pai

   O cume principal ou cume pai de um monte (parent peak, em inglês) é o de maior elevação que se usa no cálculo da sua proeminência. A relação inversa é de subcume. Se há diversos cumes de altitudes semelhantes, a forma de estabelecer quais são subcumes de quais (já que uns podem ser subcumes de outros de forma sucessiva) pode ser confusa. Um exemplo fácil é o da Figura 1, onde pico do meio é um subcume do pico da direita, o qual é por sua vez um subcume do pico da esquerda, que é o principal deste sistema, estando marcados os colos-chave de cada um deles.
Em relação ao cume principal definem-se os conceitos de "paternidade" (em inglês parentage) que relacionam um dado pico com o seu cume principal. Há três tipos de "famílias"; a encirclement parentage (paternidade de circunscrição), a prominence parentage (paternidade de proeminência), e a height parentage (paternidade de altitude).

Paternidade do cume principal

  • A paternidade de circunscrição é a mais natural, referindo que o colo-chave do pico A está no local de encontro de duas curvas de nível fechadas, uma que rodeia A e outra que rodeia um outro pico mais alto. Por exemplo, segundo este modelo, o cume pai do Monte Branco, o mais alto dos Alpes, é o Monte Everest. O colo-chave situa-se perto do Lago Onega, no noroeste da Rússia, à altitude de apenas 113 m, na linha de divisa entre as terras que drenam para o Mar Baltico e as que drenam para o Mar Cáspio. Isto demonstra que o cume pai de um monte pode estar a milhares de quilómetros de distância dele.
  • A paternidade de proeminência define-se do modo seguinte. O cume pai do pico A é encontrado seguindo uma linha de cumeada (tergo) a partir do colo-chave; o pico mais próximo de A encontrado deste modo, e que tenha uma proeminência topográfica maior do que a de A será então o seu cume pai..
  • A paternidade de altitude é menos usada. É semelhante à de proeminência, mas exige algum tipo de critério de paragem ou limiar para o valor de proeminência. O cume pai do pico A, segundo este modelo, é o mais próximo pico de A (ao longo de todas as linhas de cumeada que partem de A) que tenha maior altitude que A, e que esteja acima do limiar de proeminência. Por exemplo, o cume pai do Monte Branco segundo esta opção seria um pico relativamente obscuro no noroeste do Cáucaso (que até é mais baixo do que o Monte Branco), se o limiar estabelecido fosse baixo, ou o Monte Elbrus, se o limiar fosse alto. A desvantagem deste modelo é que vai contra a intuição de que o cume pai deve ser mais significante do que os seus filhos, os subcumes. No entanto pode ser útil para estabelecer uma referência da importância da posição do pico em relação à sua localização em relação aos demais.

Situações interessantes de proeminência

 

O Machapuchare pode ser considerado subcume do Annapurna
   Os cumes principais e os colos-chave costumam estar muitas vezes próximos da montanha em análise. No entanto, com as montanhas importantes isto não é habitual, e os cálculos são complicados. Só com recentes programas informáticos e com a exploração cuidada de bases de dados geográficos se pode descobrir algumas particularidades como as seguintes:
  • O ponto mínimo doMonte McKinley, no Alasca (6.194 m) é um colo (passo de montanha) de somente 56 m de altitude que está próximo doLago Nicarágua, e o seu cume pai é o Aconcágua, na Argentina.
  • O Monte Whitney (4421 m) tem o seu colo-chave no Novo México: um colo de 1.347 m de altitude que está a 1.022 km de distância do mesmo.
  • O ponto mínimo do Monte Mitchell, o mais alto dos Montes Apalaches, está em Chicago.
  • O colo ou passo de montanha mais alto que se conhece e que liga dois cumes significativos está a 5.760 m de altitude, e é o que liga o Machapuchare (6.993 m de altitude e 1.233 de proeminência) ao pico I do Annapurna (8.091 m).

Quantificadores orométricos

   A partir da altitude e da proeminência desenvolvem-se outros quantificadores orométricos que servem para expressar as propriedades métricas de uma montanha como a dominância, que é a relação entre a altitude e a proeminência, a potência, que relaciona a altitude, a proeminência e o colo-chave, e outros mais, que nos ajudam a definir objectivamente a importância de uma determinada montanha.
Por exemplo, a dominância é definida como a relação existente entre a proeminência e a altitude de uma montanha. Esta magnitude indica que fracção da altitude do pico lhe dá a sua proeminência:



dominância=proeminência·100/altitude
   Este quantificador não pode expressar a relevância da elevação: Um ilhéu costeiro que se erga próximo aos Açores a 25 metros acima do mar possui uma altitude=proeminência=25 m e uma dominância de 100%. Esta mesma dominância é a que corresponderia à Montanha do Pico, muito mais alta.

Lista de montanhas por proeminência

No. Pico Localização Altitude (m) Proeminência (m) Ponto-sela (m) Cume-pai
1. Monte Everest Nepal /
 República Popular da China
8.848 8.848 0 nenhum — mais alto da África-Eurásia
2. Aconcágua Argentina 6.962 6.962 0 nenhum — mais alto da América
3. Monte McKinley (Denali)  Estados Unidos (Alaska) 6.194 6.138 56 Aconcágua
4. Kilimanjaro Tanzânia 5.895 5.885 10 Everest
5. Pico Cristóbal Colón  Colômbia 5.775 5.584 191 Aconcágua
6. Monte Logan  Canadá (Yukon) 5.959 5.250 709 Monte McKinley
7. Pico de Orizaba  México 5.636 4.922 714 Monte Logan
8. Maciço de Vinson Antárctida 4.892 4.892 0 nenhum — mais alto da Antárctica
9. Puncak Jaya Indonésia (Nova Guiné) 4.884 4.884 0 nenhum — mais alto da Nova Guiné
10. Monte Elbrus  Rússia 5.642 4.741 901 Everest

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 Topographic prominence

   In topography and terrain, the prominence, which also can be termed primary factor, relative height or height is an autonomous concept used for the classification of hills and mountains. It is defined as the minimum gap that we must descend from the top of a hill or mountain to get to any other, since that is higher, ie has a greater altitude. The greater topographic prominence is a mountain, stands out among those around her, regardless of altitude. The prominence, such as altitude, is an absolute value for a mountain, as it depends solely on the lowest point of joining a mountain higher than any other it.

   All the mountains, except Mount Everest, have a mountain taller than her. This means that for any other lot has to exist somewhere so that this mountain to move to another that is higher, losing the lowest altitude possible. This simple observation, which has been studied by the Scottish physicist James Clerk Maxwell, led him to believe in the existence of a clear link between each of the summits of the land surface and a saddle point (saddle). The most complex aspect of this analysis is to determine which is the route of minimum gap that permits to link the two mountains.
Importance of the concept of prominence

   The prominence is given an equally or more relevant than the altitude to determine the significance of a mountain. It is an objective measure that strongly relates to the subjective meaning of a ridge. Give us your idea of relevance with reference to the mountains that surround it. The peaks of prominence usually low peaks subsidiary (subcumes) from other principals, and the prominence of high relevance indicates that the mountain is high, tending to be the highest points of the neighborhood and often have clear views around it.

Due to the concept of prominence, the three secondary peaks Kanchejunga that are above 8,000 meters were not on the official list of mountains over eight thousand feet since between them there is very little gap (have little prominence) K2 (altitude , 8.611m; prominence, 4,017 m) summit is considered the second most important, ahead of the south summit of Mount Everest (altitude 8749 m; prominence 10 m).
Definition of prominence

The vertical arrows show the topographic prominence of three peaks on an island. The dotted line connects each of the peaks (except the highest) key on your lap.

The following definitions are equivalent:

    * The prominence of the ridge is a gap between this summit and the lowest level curve that includes surrounding him but none the highest point.

    * For all the mountains, except Mount Everest, is the prominence of the ridge is R meters from the summit to go to higher ground, will have to descend at least P meter, whatever the route chosen. Note that this implies that the prominence of any island or the highest peak of a continent is equal is equal to its altitude. In this context, Mount Everest is a special case: its prominence is considered equal to the altitude in order to sustain the definition.

    * For all lots, except for Mount Everest, the prominence can be calculated as follows: For each ridge (ridge line), or for any route that connects the mountain to higher ground, finding the lowest point of route. This will occur in the colon (also called mountain pass or saddle point). The neck brace (or lap main mountain pass key, key point of saddle or neck binding) is defined as the highest altitude of all the laps among all routes (if the summit is the highest a land mass, as a continent or an island, the key will be placed on the ocean, and the prominence of the ridge is equal to its height). The prominence is the elevation difference between the ridge and the neck brace (see Figure 1).

    * Assuming that the sea level rises up the hill to become the tallest of an island, so the prominence of the mountain is the gap between sea level and the top of the hill. The neck represents the latest key isthmus would link the island to another island higher, even before they are separated by water. Equivalently, a way to visualize the concept of prominence is to imagine that flooded the earth to cover the top of the mountain in question. Above the water surface as islands, mountains that are higher than those considered. Now we begin to evaporate the water so that its level goes down. At some point it will be observed that opened up a tongue of land that joins with another peak that is higher than that. The prominence is expressed as the difference between the altitude of the mountain and the water level right now.

Calculation of prominence

The evaluation consists in determining the prominence of the colon key, as mentioned, relates positively to a mountain (there can be two or more laps possible key). Evaluated the altitude of colo-key, the prominence is expressed as:

Prominence of the mountain = Altitude - Altitude collar key
 
   The determination of the prominence of a mountain can be very difficult, since for each mountain on the planet (with the exception of Mount Everest) there is always someone taller than her, although at times it is many miles away. When the trough is near the mountain in question, the process is much easier. From digital terrain models will be possible to develop mathematical algorithms for the evaluation of prominence.
Main summit ridge or father

   The main summit or ridge of a hill father (parent peak, in English) is the highest elevation of which is used in the calculation of its prominence. The inverse relationship is subcume. If there are several peaks of similar altitude, how to establish what subcumes of which (as some may be subcumes other in succession) can be confusing. An easy example is that of Figure 1, where the middle peak is a peak subcume the right, which in turn is a subcume peak on the left, which is the principal of this system, being marked the necks of each key them.

In relation to the main summit we define the concepts of "ownership" (in English parentage) that relate a given peak with its main summit. There are three types of "families", the encirclement parentage (paternity constituency), the prominence parentage (paternity of prominence), and height parentage (paternity altitude).
Paternity of the main summit

    * Paternity constituency is the most natural, noting that the key lap of peak A is the meeting place of two closed contours, one encircling the other and another that surrounds the highest peak. For example, according to this model, the parent peak of Mont Blanc, the tallest of the Alps, is Mount Everest. The collar key is located near Lake Onega in the northwest of Russia, at an elevation of only 113 m in the boundary line between the lands that drain into the Baltic Sea and which drain into the Caspian Sea. This shows that the father of a ridge mountain might be thousands of miles away from him.

    * Parenthood of prominence is defined as follows. The parent peak of the peak A is found by following a ridge line (ridge) from the neck key and peak closer to the so found, and has a topographic prominence greater than that of the ridge will become your father ..

    * Parenthood of altitude is less used. It is similar to prominence, but requires some sort of stopping criterion or threshold for the value of prominence. The summit of the peak The father, according to this model, is the nearest peak of A (over all ridge lines starting from A) that has the highest altitude, and is above the threshold of prominence. For example, the parent peak of Mont Blanc this second option would be a relatively obscure peak in the northwestern Caucasus (which is even lower than Mont Blanc), if the threshold was low, or Mount Elbrus, the threshold was high. The disadvantage of this model is that it goes against the intuition that the summit father should be more significant than their children, subcumes. However it may be useful to establish a reference to the importance of the peak position in relation to its location in relation to others.

Interesting situations of prominence
The Machapuchare (pictured) can be considered subcume or subsidiary of Annapurna.

   The main ridges and the key protocols tend to be often close to the mountain in the analysis. However, with the mountains important it is unusual, and the calculations are complicated. Only with recent software and careful exploration of geographic databases we can find out some peculiarities such as the following:

    * The minimum point Domont McKinley in Alaska (6,194 m) is a colon (mountain pass) of only 56 m of altitude that is near doLago Nicaragua, and his father is the summit Aconcagua in Argentina.
    * The Mount Whitney (4421 m) has its neck key in New Mexico: A lap of 1,347 meters of altitude is 1022 km away from it.
    * The minimum point of Mount Mitchell, the highest of the Appalachian Mountains, is in Chicago.
    * The mountain pass or lap top that I know of that connects two peaks is significant to 5,760 m altitude, and is what connects the Machapuchare (6993 and 1233 m altitude of prominence) to the peak of Annapurna I (8,091 m ).

Quantifiers orométricos

   From the altitude of the prominence and develop other quantifiers orométricos used to express the metric properties of a mountain as dominance, which is the ratio between the height and prominence, power, which relates to altitude, the prominence and colo- key, and others, which help us to define objectively the importance of a particular mountain.

For example, dominance is defined as the ratio between the prominence and the altitude of a mountain. This magnitude indicates that the fraction of the peak height gives her prominence:

= dominance prominence · 100/altitude

   This quantifier can not express the importance of elevation: A coastal island that getting up close to the Azores at 25 meters above sea level elevation has a prominence = = 25 me a 100% dominance. This is the same dominance that correspond to Pico Mountain, much higher.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mont Blanc - Em Busca dos Mitos + Mont Blanc - In Search of Myths




  O Monte Bianco ( Em Italiano - Montanhna Branca), ou La Dame Blanche (Em Francês - A Dama Branca), é a mais alta montanha dos Alpes Ocidentais, estando classificada em 11° no mundo,  em Proeminência Topográfica, ergue-se majestosamente no Vale de Aosta - Itália e Haute-Savoie - França, tentando tocar levemente o ceú acima do cume de 4.810 metros de altitude.

    Chamonix pode ser tida como o berço do montanhismo moderno, a época em que os homens passaram a observar as montanhas e desejavam-nas como um jogo, um desafio, um enorme desafio.

O Mont Blanc (4.808m) é o cume central na foto. A primeira 
ascensão foi feita pela crista à direita do grande glaciar que se vê ao 
centro. Foto dos autores.
   A 1760, Horace Benedict Saussure - Naturalista, Físico e Geólogo Suíço; viu-se surpreendido com a magnifica visão ante seus olhos, as encostas geladas se expunham para  que pensamentos ali fossem naquela vastidão branca, fria,  inóspita fossem plantadas. Saussure imaginava que estando uma vez no cume poderia realizar diversas experiências cientificas, proporcionando uma fama grandiosa. O ímpeto desejo de cumear o monte era propondo um desafio. Saussure ofereceu um prêmio a quem alcançasse o improvável, na época o cientista acrescentava o frio de -1000° no cume do monte ao já impensável desafio. No entanto um camponês vislumbrou um caminho, um caminho seguro o bastante para arriscar-se contra os monstros que ali habitavam.

   Várias tentativas foram feitas, sendo que, em uma delas, até se ganhou certa altura, mas os ousados aventureiros voltaram, porque a ascensão deveria ser feita em apenas um dia. “As pessoas não acreditavam que fosse possível aventurar-se a passar a noite naquelas neves”, teriam dito a Saussure.

   Jacques Balmat era o homem a desafiar, demônios, frio,solidão e tudo mais, acostumado a caçar "chamois" na região, subia as encostas do enigmático monte, ate que uma vez se perdeu e teve de pernoitar ao relento, o terror dominou-o durante a noite... as montanhas são seres vivos, ouvia-se sons da geleira e do vento cortante, nada tão aterrorizante quando a possibilidade de encontrar os dragões que ali habitavam.

Estátua de Saussure e Balmat com o Mont Blanc ao fundo Chamonix, 
França. Foto dos autores. O dia chegou enfim, o calor do sol e a certeza de que estava vivo, não fora perturbado pelos montros. No retorno á cidade encontrou Michel-Gabriel Paccard, contou-lhe o que havia acontecido e como vira uma possível passagem para o topo. A 8 de agosto de 1786 galgando os últimos passos, surpressos pela ausência de bestas, monstros ou quaisquer outros habitantes das alturas cumearam o Mont Blanc. Ao retorno recebendo seu premio e preparando já a primeira guiada cientifica. Em 1787 O próprio Saussure estava diante do vale que viveu a vida, seus 17 acompanhantes foram necessários para transportar os equipamentos científicos usados freneticamente durante as quatro horas de permanência no cume desejado.
   A revista espanhola Desnível, em seu editorial da edição de número 1422, define bem este movimento: “A partir de 1786, nada mais parou a busca da beleza que existe nas montanhas. A primeira ascensão ao Mont Blanc foi um grito no cume, cujo eco se estendeu por todo o mundo e que trouxe em seguida novas ascensões. Calou-se ali onde estavam preparados para entendê-lo”. E continua: “As repetições ao Mont Blanc e primeiras ascensões a cumes alpinos mais acessíveis, deram passo a objetivos mais desafiantes. Mas, acima de tudo, veio algo muito mais importante. Então, e não antes, se desencadeou um movimento que trouxe consigo um universo cultural próprio. Graças a ele, o alpinismo mundial se encheu de grandes obras pictóricas, literárias, fotográficas e cinematográficas”. Foi mais do que uma simples revolução alpina, foi uma revolução humana, pois ali surgia o alpinismo, três anos antes da Revolução Francesa e em plena Revolução Industrial.
  
   O Mont Blanc não é a montanha mais alta da Europa, pois perde em altura para o Elbrus (5.642m), nos Cáucasos ocidentais, na Rússia, mas é a mais alta de todos os cumes vizinhos, que formam o epicentro do movimento alpinístico mundial. Balmat voltou à montanha em junho de 1787, na companhia de outros dois guias, para realizar a segunda ascensão. Finalmente, em agosto deste mesmo ano, Saussure, então com 47 anos, realizou seu sonho pisando o cume do Mont Blanc, acompanhado por Balmat e mais 18 ajudantes, na terceira ascensão ao cume da montanha. “Não dava crédito aos meus olhos, parecia-me um sonho, quando vi a meus pés estas cimas majestosas, estas agulhas terríveis”, escreveu o suíço.

   Ao longo do século XIX, o Mont Blanc passou a dividir as atenções com outras montanhas dos Alpes, mas mesmo assim continuou sendo palco de realizações históricas. A primeira ascensão feminina ao Mont Blanc foi Marie Paradis em 1808. Depois, em 1856, o físico e filósofo irlandês John Tyndall passou uma noite acampado no cume. O Mont Blanc começou a atrair também escritores, pintores e artistas de toda a Europa. O pintor britânico John Ruskin chamou o maciço do Mont Blanc de “as catedrais da Terra”.

Aiguille du Midi (3.800m) em Chamonix, França. Foto dos autores.As montanhas vizinhas ao Mont Blanc foram aos poucos também sendo subidas. Em 1818, a Aiguille du Midi (3.800m) foi escalada. Em 1855, foi a vez do Mont Blanc du Tacul (4.248m) e, em 1872, a Aiguille de Leschaux (3.759m). Em 24 de julho de 1821 foi fundada a primeira e mais prestigiosa associação de guias de montanha do mundo, a Compagnie des Guides de Chamonix. A maioria das ascensões da época eram verdadeiras expedições, como a de Saussure, com porteadores e pesados equipamentos.

   É no início da segunda metade do século XIX que se começa a surgir uma certa infraestrutura para facilitar as ascensões dos alpinistas nos Alpes. No Mont Blanc, em 1853, é construído o refúgio Grands Mulets, sobre a antiga cabana de Saussure, no que é hoje chamada de via histórica. Em 1858, faz-se uma cabana na Aiguille du Goûter, a 3.817m, hoje chamada refúgio du Goûter, de onde hoje se parte para atacar o cume pela rota normal. Finalmente, em 1890, surge o refúgio Vallot, a 4.262m, também na rota normal, construído como base de apoio para as pesquisas científicas do meteorologista e botânico Joseph Vallot.


Mont Blanc du Tacul (4.248m), em Chamonix, França. Foto dos 
autores.
   O alpinismo, na primeira metade do século XIX, teve forte motivação científica. A alta montanha era um universo absolutamente novo, que despertava a curiosidade de pesquisadores dos mais diversos campos do saber. Depois, a partir de 1850, o alpinismo deixou a aura científica e passou a ser visto e praticado como um jogo, um esporte. Foi aí que ele viveu o que ficou conhecido como os anos dourados do alpinismo. Tomados de uma verdadeira febre ascensionista, alpinistas europeus, mas especialmente ingleses, passaram a conquistar todo e qualquer cume virgem. Para se ter uma idéia, somente nos Alpes, entre 1863 e 1865, foram registradas primeiras ascensões de mais de 100 cumes principais.

   Também nesta época dourada e de grande efervescência surgiu entre os alpinistas o interesse em se reunir e organizar, o que levou à criação de inúmeros clubes e associações. Em 1857, foi fundado em Londres o primeiro clube de montanha da história, o The Alpine Club. Entre 1859 e 1862, ele publicou três volumes com narrações de montanhistas pioneiros, chamados “Picos, Passos e Glaciares”, que deram origem ao Alpine Journal, primeira publicação periódica dedicada ao montanhismo. Logo depois surgiram os clubes alpinos austríaco, suíço, italiano e alemão. Em 1874, foi fundado o Club Alpin Français, que apenas um ano depois já contava com mil sócios. Foi o britânico Albert Frederick Mummery, porém, quem criou as bases do alpinismo moderno, no final do século XIX. Com o tempo, já conquistados os cumes ainda virgens, a graça do jogo passou não mais a se escalar um cume pela primeira vez, mas sim alcançá-lo pelo seu lado mais difícil e desafiador. A mudança de mentalidade exigia novos materiais, foi então que surgiram os primeiros antecessores dos piolets e grampões, e quando se começou a usar cordas nas escaladas com o objetivo de proteger os escaladores.

Parte desta postagem foi retirada do site da Companhia da Escalada - Agradeço à Companhia da Escalada
pela fonte de informação e possibilidade de divulgar a historia do alpinismo mundial.

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 O Monte Bianco ( Em Italiano - Montanhna Branca), ou La Dame Blanche (Em Francês - A Dama Branca), é a mais alta montanha dos AlpMonte Bianco (In Italian - Montanhna White), or La Dame Blanche (In French - The White Lady), is the highest mountain in the Western Alps, ranking 11th in the world in topographic prominence, stands majestically in the Aosta Valley - Italy and Haute-Savoie - France, trying to lightly touch the sky above the summit of 4,810 meters of altitude.



    Chamonix can be regarded as the birthplace of modern mountaineering, the time when men began to see the mountains and wanted them as a game, a challenge, a challenge.

 In 1760, Horace Benedict de Saussure - natural, physical and Swiss geologist, found himself surprised at the magnificent sight before her eyes, the icy slopes were exposed to thoughts that there were vast white, cold, inhospitable were planted. Saussure thought that being once at the summit could achieve several scientific experiments, providing a great reputation. The impetus of desire cumear Hill was posing a challenge. Saussure offered a prize to those who achieve the improbable, then the scientist added the cold -1000 ° at the top of the mountain to the already unthinkable challenge. However a farmer saw a path, a path safe enough to venture against the monsters who lived there.



 Several attempts were made, and, in one of them, until they gained some height, but the daring adventurers returned, because the rise should be done in one day. "People could not believe it was possible to venture out to spend the night in those snows," could have said to Saussure.
   Jacques Balmat was the man to challenge, devils, cold, loneliness and everything, accustomed to hunting "chamois" in the region, climbed the slopes of Mount enigmatic, until once got lost and had to stay overnight in the open, terror-dominated during the night ... the hills are alive, you could hear sounds from the glacier and the biting wind, nothing so terrifying when the possibility of finding the dragons who lived there.

Statue of de Saussure and Balmat with Mont Blanc in the background Chamonix, France. Photo of the authors. The day finally came, the sun's heat and the certainty that he was alive, had not been disturbed by monsters. On returning to the city found Michel-Gabriel Paccard, told him what had happened and how he had seen a possible move to the top. The August 8, 1786 climbing the last steps by the absence of unsuspecting beasts, monsters or any other inhabitants of cumearam heights of Mont Blanc. By getting your return premium and already preparing the first guided science. In 1787 Saussure himself was before the valley who lived his life, his 17 companions were needed to transport scientific equipment used during the four hours frantically to stay on top you want.


   The Spanish magazine Pitch in its editorial of issue number 1422, clearly defines this movement: "Since 1786, nothing has stopped the search for beauty that exists in the mountains. The first ascent of Mont Blanc was a scream at the top, whose echo has spread throughout the world and then brought further rises. She stopped where there were prepared to understand it. " He continues: "The repetitions to Mont Blanc and the first ascents alpine ridges more accessible, have given way to more challenging goals. But above all, it has something much more important. Then, and not before it triggered a movement that has brought its own cultural universe. Thanks to him, the climbing world was filled with great art works, literary, photographic and cinematographic. " It was more than a mere revolution Alpine, was a human revolution, because there appeared mountaineering, three years before the French Revolution and Industrial Revolution in full.

   The Mont Blanc is the highest mountain in Europe, because it loses in height to the Elbrus (5.642m) in the Western Caucasus in Russia, but is the highest of all neighboring peaks, which form the epicenter of the global movement Alpinist . Balmat returned to the mountain in June 1787, in company with two other guides, to make the second ascent. Finally, in August of that year, Saussure, then 47, realized his dream stepping on the summit of Mont Blanc, accompanied by 18 aides Balmat and more in the third ascent to the summit of the mountain. "Do not give credit to my eyes, it seemed a dream, when I saw my feet Cimas these majestic, these needles are appalling," wrote the Swiss.



 
   Throughout the nineteenth century, the Mont Blanc went on to share the spotlight with other mountains of the Alps, but still remained the site of historic accomplishments. The first female ascent of Mont Blanc was Marie Paradis in 1808. Then in 1856 the Irish physicist and philosopher John Tyndall spent a night camped on the summit. The Mont Blanc also began to attract writers, painters and artists from across Europe. The British painter John Ruskin called the Mont Blanc massif of "the cathedrals of the earth."

Aiguille du Midi (3.800m) in Chamonix, France. Photo of autores.As mountains surrounding the Mont Blanc were also gradually being lifted. In 1818, the Aiguille du Midi (3.800m) has been climbing. In 1855, it was the turn of the Mont Blanc du Tacul (4.248m) and in 1872, the Aiguille de Leschaux (3.759m). On July 24, 1821 was founded the first and most prestigious association of mountain guides in the world, the Compagnie des Guides de Chamonix. Most of the time rises expeditions were true, as de Saussure, and porters with heavy equipment.

It's early in the second half of the nineteenth century that there emerged some infrastructure to facilitate the rise of the climbers in the Alps. At Mont Blanc, in 1853, is the refuge Grands MULETS built on the old hut Saussure, in what is now called the historical road. In 1858, it is a cabin on the Aiguille du gout, 3.817m, now called Goûter du refuge, where today is to attack the top part of the normal route. Finally, in 1890, comes the Vallot refuge, to 4.262m, also in the normal course, built as a support base for scientific research meteorologist and botanist Joseph Vallot.
 

    Mont Blanc du Tacul (4.248m) in Chamonix, France. Photo of the authors. Mountain climbing in the first half of the nineteenth century, had a strong scientific motivation. The mountain was a completely new universe, which aroused the curiosity of researchers from various fields. Then in 1850, climbing and left the scientific aura began to be seen and practiced as a game, a sport. It was there that he lived on what became known as the golden age of mountaineering. Taken from a boom in ascension, the climbers in Europe, but especially English, began to conquer any summit virgin. To get an idea, only in the Alps, between 1863 and 1865, were recorded first ascents of peaks over 100 major.

   Also in this golden era of great unrest arose among the climbers interest to meet and organize, which led to the creation of numerous clubs and associations. In 1857 he founded the first club in London's mountain history, The Alpine Club. Between 1859 and 1862, he published three volumes with stories of pioneering climbers, called peaks, glaciers and Steps, "which gave rise to the Alpine Journal, the first periodical devoted to mountaineering. Soon there were clubs alpine Austrian, Swiss, Italian and German. In 1874, founded the Club Alpin Français, just a year later had grown to one thousand members. It was Albert Frederick Mummery Briton, however, who laid the foundations of modern mountaineering in the late nineteenth century. Over time, already conquered the peaks are still virgin, the grace of the game no longer has to climb a ridge for the first time, but reach it at its most difficult and challenging. The change in mindset required new materials, so that arose was the predecessor of ice axes and crampons, and when it began to use strings on the climbs in order to protect climbers.



Part of this posting was removed from the site of the Company's Climbing - Climbing thank the Company's
the source of information and opportunity to disclose the history of mountaineering world.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Eiger - Caminhando na Navalha + Eiger - Walking on the Razor

 

   O Monte Eiger teve marcado seu cume a 11 de agosto de 1858, quando o Irlandês Charles Barrington, joquei por profissão e alpinista por destino conjutamente com seus guias suiços Christian Almer e Peter Bohren; ousoaram desafiar a face oeste do monte, desde então muitos foram os outros que deram sua vida pela sensação que estes tiveram. Até a década de 1930, foram abertas vias pelas faces sul e leste. A face norte, de cerca de 1.650 metros de altura, açoitada por tempestades rapidamente formadas,  era considerada invencível, tornando ainda mais perigosa a escalada constantes avalanches de rochas e gelo.


Junto com os picos Jungfrau (4.158 m) e Mönch (4.107 m), o Eiger forma um conjunto mítico de montanhas, temido e admirado por alpinistas de todo o mundo, devido às dificuldades para escalar.

Subida e descida difíceis

   A rota do cume do Eiger (3.970 m) pelo desfiladeiro Eigerjoch (norte – 3.614 m e sul – 3759 m) é considerada a descida clássica. Por este caminho, em condições de tempo normais, chega-se em cerca de quatro horas, através do Oberes Mönchsjoch (3.627 m) ao Jungfraujoch (3.454 m).

   Mas, sob neblina e tempestade, pode ocorrer nessa descida pela neve eterna o perigoso fenômeno chamado white out, em que o alpinista não consegue mais distinguir entre as estruturas da montanha e o horizonte. Por isso, muitos escaladores da face norte preferem descer pela face oeste.


O ponto alto da febre do Eiger foi na década de 1930, quando foram realizadas as primeiras tentativas de se conquistar o pico da montanha através da sua face norte, aventura que abriu uma nova era no alpinismo. Alemães, austríacos e italianos haviam se lançado no desafio. Após uma sucessão de fracassos trágicos e intenso debate público sobre a ética das tentativas de uma escalada tão perigosa, uma equipe formada por dois alemães e dois austríacos, Heinrich Harrer, lideradas pelo alpinista Anderl Heckmair, conseguiram o impossível em 1938.

   Provavelmente era inevitável, mas a realização desportiva acabou sendo envolvida com a política da época. A imagem de alemães e austríacos, unidos na conquista do desafio, poucos meses apenas após o 'Anschluss', a unificação dos dois países, era costurada perfeitamente para a máquina de propaganda do regime nazista.


Após a fantástica conquista, os quatro escaladores foram convidados para uma recepção em Breslau, cidade que pertenceu à Alemanha e que hoje se chama 'Wroclaw' e é polonesa, onde foram pessoalmente congratulados por Hitler.

   O interesse público retornou nos anos 1960, quando novas trilhas foram criadas na montanha. E quanto mais pessoas morriam tentando escalar a montanha, mais intenso era o debate sobre a moral e ética do alpinismo.


As alpinistas que escalam do Eiger através da sua face norte têm de vencer obstáculos mortais conhecidos por nomes como 'Calça de Gelo', 'Bivaque Mortal', 'Saliência Quebradiça' e a 'Travessia dos Deuses'. Até então, 65 pessoas já morreram na face norte da montanha.


 

  Em 1957, um alpinista italiano morreu na montanha e as equipes de resgate não foram capazes de alcançar o seu corpo. Por dois anos ele ficou pendurado em um local inacessível, servindo também como símbolo macabro do 'Vale da Morte'.

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  Mount Eiger had marked its peak on August 11, 1858, when the Irishman Charles Barrington, jockey by profession and by destination conjuto climber with his Swiss guides Christian Almer and Peter Bohren, dare to challenge the west side of the hill, since many were others who gave their lives for the feeling that they had. Until the 1930s, his cheeks were open roads south and east. The north face of about 1,650 meters high, lashed by storms formed rapidly, was considered invincible, making it even more dangerous escalation constant avalanches of rocks and ice.

Along with the Jungfrau peak (4,158 m), Mönch (4107 m), the Eiger form a set of mythical mountains, feared and admired for climbers from around the world, due to difficulties in climbing.
 
Rise and fall hard

The route from the summit of Eiger (3,970 m) Eigerjoch the canyon (north - south I 3614 - 3759 m) is considered the fall classic. By this way, in normal weather conditions, it arrives in about four hours through the Oberes Mönchsjoch (3627 m) to the Jungfraujoch (3,454 m).

But, in fog and storm, can occur in the eternal snow fall the dangerous phenomenon called white out, where the climber can no longer distinguish between the structures of the mountain and skyline. So many climbers prefer the north face down the west face.


The highlight of the foot of the Eiger was in the 1930s, when the first attempts were made to conquer the peak of the mountain via its north face, an experience that opened a new era in mountaineering. Germans, Austrians and Italians had launched the challenge. After a succession of tragic failures and intense public debate about the ethics of an escalation of the attempts so dangerous, a team of two Germans and two Austrians Heinrich Harrer, Anderl Heckmair led by the climber, managed the impossible in 1938.


It was probably inevitable, but the performance turned out to be sporting involved with the politics of the time. The image of Germans and Austrians, together winning the challenge, only a few months after the 'Anschluss', the unification of the two countries was perfectly tailored to the propaganda machine of the Nazi regime.

After a fantastic achievement, the four climbers were invited to a reception in Breslau, a city that belonged to Germany and what is now called 'Wroclaw' and is Polish, where they were personally congratulated by Hitler.

The public interest returned in the 1960s, when new tracks were created on the mountain. And the more people died trying to climb the mountain, was the most intense debate about morals and ethics of mountaineering.


The climbers who climb the Eiger via its north face they have to overcome deadly obstacles known by names like 'Ice Pants', 'Death Bivouac', 'Brittle Boss' and 'Crossing the Gods'. Until then, 65 people have died on the north side of the mountain.

In 1957, an Italian climber died on the mountain and rescue teams were unable to reach his body. For two years it hung in an inaccessible location, serving also as a symbol of the macabre 'Death Valley'.


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Escalada Móvel - Curtindo a Escalada sem Agredir o Meio-Ambiente + Mobile Climbing - Climbing without Aggression Enjoying the Environment


   Sempre fiquei curioso para saber coo funcionava a escalada em meios móveis, depois de muito escalar  perder o receio de quedas, procurei um curso próprio para este tido de progressão, confesso que no começo sentia-me receoso com cunhas tão finas quando a tampa de uma caneta, e camalots espremidos em fendas. A medida que se vai prosseguindo vamos nos tornando mais confiantes e mais observadores nas posições e angulações da segurança.

   Mas depois de muito praticar fica o desejo de ter seu próprio conjunto, e ai pinta a dúvida: Qual comprar?


   Uma boa opção é comprar um jogo de Stoppers, contém cerca de 13 peças com numerações variadas. Com estas peças já é possível realizar grandes variações de progressão.

   Logo que possível um jogo de hexêntricos dos números de variados tamanhos, além de serem mais baratos auxiliam nas proteções dando mais opções. Aos poucos adquira camalots ( friends ) se possível um jogo completo. pelo preço elevado no Brasil, comprar aos poucos pode ser uma boa. 


A escalada em móvel envolve muito mais detalhes que a boa fixação dos equipos em fendas, é importante sempre se lembrar:


   > Não existe proteção 100% confiável, proteções secundárias são tão ou mais importantes que as seguranças seguidas.
   > A observação da via antes da escalada é regrada conduta para todo escalador, a observação minuciosa nos possíveis locais de proteção é importante, o entalamento da peça dever ser rápido e sólido, dando preferência para peças passivas.
   > Peças maiores tem maior área de contato com a superfície, de prioridade a estas.
   > Observe a possível direção de uma possível queda, oriente o cabo/fita nesta direção.
   > Fitas curtas causam peso na peça de segurança, podendo até forçar a peça a se mover, inspecione se existe a necessidade de um alargador.
   > "Uma corrente é tão forte quanto su elo mais fraco" assim como Qualquer proteção é tão sólida quanto a rocha a qual esta em contato, lacas e blocos instáveis podem ser uma fria.
   >  Não tente um 6º graus se nunca escalou um 5º, principalmente se nunca tiver utilizado a peça, começe aos poucos, sempre próximo ao solo.
   >  Aprendemos muito observando, mais um curso adequado também é bom.
   >  Todos os materiais envolvidos na prática de atividades ao ar livre devem ser constantemente revisados. Observe bem o estado físico de seu equipamento, troque fitas periodicamente e em caso de dúvida, aposente-os.
S.O.S

  
Tom Cecil da escola de escalada Seneca Rocks - E.U.A. - criou esta sigla. Solidez, Orientação e 
   Solidez - Uma rocha deve ser testada e assegurada como sólida utilizando o escalador da visão, audição e tato. Examinar visualmente garantindo o bom aspecto da rocha, lacas soltas e/ou rachaduras devem servir de alerta. O som e o tato auxiliam muito neste momento, bata na parede aafim d sentir vibrações e/ou ouvir som oco. Estas observações e ações devem ser efetuadas tanto em grande quanto em pequna escala, observando o interior de fendas, evitando assim pontas vivas, cristais e partes podres.
  Orientação - todo material empregado tem por determinação uma carga a suportar, de nada valerá um equipamento certificado posto incorretamente. No alinhamento do material deve prevê a direção onde a força será exercida. 

   Superfície de Contato - Quanto maior será a eficácia do material empregado quanto maior for sua área de contato com a superfície. Uma atenção extra deve ser dada aos friends, todas as castanhas devem estar em contato com o a superfície.



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  I've always been curious about the escalation coo worked in mobile media, after a long climb to lose the fear of falling, I tried a proper course for this progression had to confess that at first I felt afraid m with wedges so thin when the lid of a sings, and camalots squeezed into slits. As one proceeds if we are becoming more confident and more observers in the positions and inclinations of the security.

   But after much practice is the desire to have your own set, and there painted the question: What to buy?

   A good option is to buy a game Stoppers, contains about 13 pieces with varied numbering. With these parts it is possible to make major changes in progression.

   As soon as possible hexêntricos a game of numbers of varying sizes, besides being cheaper help in giving more protection options. Gradually get camalots (friends) if possible a complete game. the high price in Brazil, buy the few can be good.

The mobile climbing involves a lot more details that good fixation of the catheters into cracks, it is important to always remember:

    > There is no 100% reliable protection, secondary protection is equally or more important than the security guards followed.
   > The observation of the track before climbing is orderly conduct for every climber, a careful study of the possible locations of protection is important, the number of entrapment should be fast and solid, giving preference to passive parts.
   > Larger pieces have a larger contact area with the surface, to prioritize these.
   > Notice the possible direction of a possible fall, the east cable / ribbon in this direction.
   > Tapes short cause weight gain in number of safety and may even force the piece to move, check whether there is a need for a reamer.
   > "A chain is as strong as the weakest link su" as well as any protection is as solid as the rock on which this contact, lacquers and blocks can be an unstable cold.
   > Do not attempt a 6th grade is never scaled a 5, especially if you have not used the piece, start slowly, always close to the ground.
   > We learned a lot watching, a more appropriate course is also good.
   > All materials involved in the practice of outdoor activities should be constantly reviewed. Note well the physical state of their equipment, tapes periodically and replace if in doubt, retire them.

S.O.S

   Tom Cecil of Seneca Rocks Climbing School - USA - has created this acronym. Strength, Guidance and

   Soundness - A rock must be tested and guaranteed as a solid climber using vision, hearing and touch. Examine visually ensuring the smooth appearance of the rock, lakes loose and / or cracks should be a warning. The sound and touch help much this time, hit the wall aafim d feel vibrations and / or listen to sound hollow. These observations and actions should be performed in both large and small fins scale, noting the inside of crevices, thus avoiding living tips, and share crystal rotten.

  Orientation - any material used is a load bearing determination, anything is worth a post incorrectly certified equipment. On the alignment of the material must provide the direction where the force is exerted.

   Contact Surface - The greater the effectiveness of the material used the greater its area of contact with the surface. Extra attention should be given to friends, all nuts should be in contact with the the surface.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dean Potter - Expandindo os Limites do Corpo e da Mente + Dean Potter - Expanding the Limits of Body and Mind


Eleito pela National Geographic como o Aventureiro do Ano de 2009, Dean tem mostrado do que é capaz e segundo o próprio a concentração é um dos apoios para o sucesso.

   Considerado um dos melhores escaladores do mundo, Potter parece ser um dos grandes divisores de águas entre o que é possível e o improvável dentro do esporte de montanha.

Nascido em 18 de janeiro de 1972 nos Estados Unidos, montanhista de renome internacional, tem no seu currículo o BASE jumper, BASE liner, highliner e o Free Base.

   Dean é o responsável por vídeos surrealistas como Masters of Stone, e seguindo o estilo inconseqüente de seu companheiro Dan Osman ( Ver Postagem ) tornou-se simbolo de realização do impossivel e concentração mental. Escalar grandes paredes em solo em tempo Record aparece ser pouco para Dean.
   
 

   Apesar de exepcionais atuaçõe sem El Capitan e Half Dome Dean esta se dedicando à uma linha esportiva mais extrema até que escalar solo, como a escalada ganhou adeptos em todos o mundo Dean volta-se para o limite da concentração, sendo assim inspirado com os desafios do Highlining, Base Line e Free Base.

     Quem a não ser Steph Davis para acompanhar Potter, escaladora, BASE jumper é considerada uma das melhores esportistas entre os escaladores do mundo, especializada em escaladas em solo, que em 2003 se tornou a segunda mulher a escalar em livre o El Capitan, em um dia. Steph é também famosa por seus solos em Long´s Peak Diamond, no Colorado, 305 metros de granito, parede situada a 4.267 metros de altitude.

   A Slacke Line ficou famosa nos acampamentos base de montanhas, onde montanhistas passam longos períodos esperando pelo bom tempo para entrar na rocha, sem nada o que fazer, desse tédio nasceu um esporte que esta virando febre entre novos e antigos esportistas. Depois de muito treino e ousadia, alguns escaladores acostumados com desafios, resolveram aumentar o nível de dificuldade do Slack line e inventaram o high line, ou seja, a 'linha alta' que é nada mais nada menos que um Slack line em altura ligando dois picos com um grande abismo entre eles. Daí para Dean inovar foi um passo,  ou melhor, um salto... estava criado o Base Line.

Em 14 de março, 2008, Dean aparece na capa do New York Times, descalço, fazendo a travessia entre dois canyon de arenito em Moab, Utah, EUA.

Potter, há muito vem despertando admiração como montanhista. Em 2002, no Parque Nacional de Yosemite, ele se tornou a primeira pessoa a escalar os picos El Capitan e Half Dome juntos, e sem uso de equipamento auxiliar, em prazo de menos de 24 horas.

O método significava que ele só poderia usar a força dos braços e pernas para a escalada, sem efeito de alavanca, e que as cordas só poderiam ser usadas para fins de segurança, em uma escalada que, no plano vertical, ultrapassava os 1,5 mil metros.

Trata-se de um esforço que requer grande concentração e velocidade, e que seria impensável para um montanhista amador que pratique escaladas nos seus finais de semana; para uma pessoa como essa, não só seria necessário equipamento auxiliar como férias de duas semanas, para reproduzir o feito.

Em 2001, Potter escalou El Capitan pela via conhecida como 'Nose', que ostenta não só um paredão vertical de 900 metros como uma seção reversa de difícil travessia, em apenas três horas e 24 minutos.
O feito é notável em sua economia de tempo, se levarmos em conta que, em 1958, o renomado montanhista Warren Harding precisou de 45 dias para conduzir sua equipe ao topo, por essa mesma via. Potter em diversas ocasiões já realizou escaladas de centenas de metros sem quaisquer cordas, e sem qualquer recurso para lhe oferecer mais estabilidade além de suas sapatilhas e um saquinho de magnésio.
'O esporte depende de momento, depende de atingir aquele estado no qual o tempo e o espaço desaparecem, e tudo mais vai embora. Dean consegue se manter nesse estado por horas a fio, sem deixar que sua mente vagueie, sem deixar que as dúvidas se instalem, mantendo sempre a confiança e a deliberação em todos os movimentos. Imagine na vida real, se pudéssemos ir ao escritório dessa maneira e trabalhar sem distração alguma.', diz Beaver Theodosakis, fundador e presidente da 'PRANA'

O se joga desta vez aconteceu na Suiça, onde ele usou apenas sapatilhas, magnésio e um pára-quedas de BASE Jumping para escalar a via Deep Blue Sea (Profundo Mar Azul) de 5.12+ localizada nas paredes de calcário do monte Eiger. Modalidade criada e batizada de Free Base.
Para concluir a tarefa, Potter fez uma travessia até a via a partir da aresta noroeste do Eiger e solou a formação final da parede, levemente negativa, onde está o crux. Potter optou por não escalar a parte inicial da via por causa de rochas soltas e pela altura, que não proporcionava uma queda com tempo suficiente para abrir o BASE.

Pela sua estratégia, mais 'segura', ele teria 15 segundos de vôo a partir das enfiadas mais altas da via, garantindo tempo para abrir o pára-quedas, no caso de uma queda.

Potter conclui a via e saiu caminhando pelo seu cume como toda calma do mundo.

Depois de tantas inovações é sentar e esperar as novas tendências de Potter, sempre inventado um forma nova de levar o termo 'Se joga' ao limite.

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Elected by National Geographic as the Adventurer of the Year 2009, Dean has shown what he can do and one's concentration is one of support for success.

Vidivodo.com: ultimate base jump Etiket: ultimate base jump dean

   Considered one of the best climbers in the world, Potter seems to be a major watershed between what is possible and the improbable into the sport of mountain.

Born on January 18, 1972 in the United States, internationally renowned mountaineer, has in its curriculum BASE jumper BASE liner, and Highliner Free Base.

   Dean is responsible for videos like Surrealist Masters of Stone, and inconsequential in the style of her mate Dan Osman (View Post) has become a symbol of achieving the impossible and mental concentration. Climbing big walls on the ground in record time appears to be little Dean.


   Although no performances exepcionais El Capitan and Half Dome Dean is devoting itself to a more extreme sports line up to climb solo, like climbing won fans across the world Dean turns to the concentration limit, so inspired with the challenges the Highlining, Base Line and Free Base.

     Who but Steph Davis to accompany Potter, climber, BASE jumper is considered one of the best athletes among the climbers of the world, specializing in solo climbing, which in 2003 became the second woman to climb El Capitan for free in a days. Steph is also famous for his solos on Long's Peak Diamond, Colorado, 305 feet granite wall located 4,267 meters above sea level.
 

   Slacker Line became famous in the base camps of the mountains where climbers spend long periods waiting for a good time to enter the rock, with nothing to do, boredom born of a sport that is turning fever between new and old athletes. After much training and daring, some climbers used to challenges, they decided to increase the level of difficulty of Slack line and invented the high line, ie the 'high line' that is nothing less than a height Slack line connecting two peaks with a great gulf between them. Dean was there to innovate one step, or rather a jump ... Base Line was created.

On March 14, 2008, Dean appears on the cover of The New York Times, barefoot, making the crossing between two sandstone canyon in Moab, Utah, USA.
Potter had long stirred wonder as a climber. In 2002, in Yosemite National Park, he became the first person to climb the peaks El Capitan and Half Dome together, and without use of auxiliary equipment, in a period of less than 24 hours.

The method meant he could only use force of arms and legs for climbing, without leverage, and that strings could only be used for security purposes, in an escalation that in the vertical plane, was over 1.5 thousand meters.

This is an effort that requires great concentration and velocity, and that would be unthinkable for an amateur climber who climbs into their practice weekends, for a person like that would not only be necessary ancillary equipment such as vacations of two weeks to play the deed.

In 2001, Potter climbed El Capitan route known as the 'Nose', which boasts not only a vertical cliff 900 meters as a reverse section of difficult crossing in just three hours and 24 minutes.

The feat is remarkable in its economy of time, if we take into account that in 1958, the renowned climber Warren Harding 45 days to lead his team to the top, by the same route. Often, Potter has performed hundreds of feet of climbing without ropes, and without any resources to offer more stability than their shoes and a chalk bag.

'Sport is now depends on reaching that state in which time and space disappear, and everything else goes away. Dean manages to remain in that state for hours without letting your mind wander, without letting the doubts are setting up, keeping the confidence and determination in all movements. Imagine in real life, if we could go to the office like that and not be distracted. ", Said Beaver Theodosakis, founder and president of 'Prana'




What happened this time to play in Switzerland, where he wore only sneakers, and a magnesium parachute BASE Jumping to climb via the Deep Blue Sea (Deep Blue Sea) of 5.12 located in the limestone walls of the Eiger mountain. Modality created and named Free Base.

To complete the task, Potter made a crossing to the road from the north-western edge of the Eiger and the formation solou end of the wall, slightly negative, which is the crux. Potter decided not to escalate the initial part of the road because of loose rock and height, which did not provide a fall with enough time to open the BASE.

Through its strategy, the more 'safe', he would have 15 seconds of flight from the highest pitches of the route, providing time to open the parachute in the event of a fall.

Potter concludes the road and went walking on the summit of the world as calmly.

After so many innovations is sit and wait for the new trends in Potter, always inventing a new way of taking the term "If you play 'the limit.