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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Soroche - O Mal da Montanha II + Soroche - Evil Mountain II


Sintomas
O Mal Agudo de Montanha afeta muitas pessoas que habitam regiões situadas ao nível do mar e que sobem a uma altitude moderada (2400 m) em 1 ou 2 dias. Isto faz com que sintam falta de ar, que aumente o seu ritmo cardíaco e se cansem facilmente. Cerca de 20 % sofrem de dor de cabeça, náuseas ou vómitos e insónias. O exercício físico esgotante piora os sintomas. A maioria das pessoas melhora em poucos dias. Esta perturbação benigna, que não passa de uma simples sensação desagradável, é mais comum entre os jovens do que entre as pessoas mais velhas.

O Edema Pulmonar das Alturas é uma doença mais grave em que se acumula líquido nos pulmões, pode ser o passo seguinte do mal da montanha agudo. O risco de contrair edema pulmonar das alturas é mais elevado entre quem vive a grande altitude, sobretudo as crianças, quando voltam para casa depois de passarem entre 7 e 10 dias em zonas situadas ao nível do mar. As pessoas que tiverem sofrido uma afecção anterior têm mais probabilidades de sofrer outra, e até uma infecção respiratória ligeira, como uma constipação, aumenta esse risco. O edema pulmonar das alturas é muito mais frequente nos homens do que nas mulheres. Normalmente, ocorre entre 24 e 96 horas depois da subida e é muito raro ocorrer em altitude abaixo dos 2700 m.
A falta de ar é maior no edema pulmonar das alturas do que no mal da montanha agudo; mesmo o menor esforço provoca uma dispneia grave. É habitual que a vítima tenha tosse seca, provocando-lhe comichão ao princípio, para depois abrandar e gerar expectoração. A vítima pode expectorar uma grande quantidade de secreção, normalmente de cor rosada e até com sangue. É também possível que tenha um pouco de febre. O edema pulmonar das alturas pode complicar-se rapidamente e, em poucas horas, deixar de ser uma doença moderada para passar a ser uma afecção possivelmente mortal.
O Edema Cerebral das Alturas (a forma mais grave do mal da montanha) começa entre as 24 e as 96 horas posteriores à chegada a um lugar de grande altitude ou então pode ser precedido pelo mal da montanha agudo ou pelo edema pulmonar das alturas. No edema cerebral das alturas acumula-se líquido no cérebro. A dificuldade em caminhar (ataxia), possivelmente acompanhada de entorpecimento dos dedos ou dos movimentos das mãos, é um primeiro sinal preocupante. As dores de cabeça são mais intensas do que no mal da montanha agudo. Mais tarde começam as alucinações, mas normalmente, não são reconhecidas como tal. Quanto maior for a altitude, maior é a perda do discernimento e da percepção. Os sintomas são semelhantes aos efeitos provocados pelas bebidas alcoólicas. O edema cerebral das alturas pode deixar de ser uma doença ligeira para se converter rapidamente numa afecção mortal. Perante a suspeita de um quadro de edema cerebral, a vítima deve ser transferida de imediato para uma altitude inferior.
O Edema das Alturas (tumefacção das mãos, dos pés e da cara) costuma afetar os excursionistas, os alpinistas e os esquiadores. Deve-se, em parte, à alteração na distribuição de sais que se produz no corpo a grandes altitudes, embora a atividade física extenuante provoque alterações na distribuição de sais e água até em zonas situadas ao nível do mar.
A Hemorragia Retiniana (na retina) das alturas (pequenos pontos de sangue localizados na retina, a parte posterior do olho) pode acontecer, inclusivamente, ao atingirem-se alturas moderadas. Esta perturbação muito raramente produz sintomas e costuma desaparecer espontaneamente, exceto nos casos, pouco habituais, em que a hemorragia ocorre na parte do olho responsável pela visão central (a mácula). Estas pessoas notam um pequeno ponto cego. Em casos excepcionais a visão torna-se confusa num ou em ambos os olhos ou, inclusivamente, ocorre cegueira; estes episódios são, aparentemente, uma forma de enxaqueca e desaparecem pouco depois da descida.
O Mal da Montanha Subagudo é uma perturbação pouco habitual que surgiu em filhos de pais chineses nascidos em altitudes moderadas ou para lá transferidos posteriormente e também em soldados destacados para altitudes de mais de 6000 m durante semanas ou meses. Este problema é provocado por uma insuficiência cardíaca que origina uma grande acumulação de líquido nos pulmões, no abdómen e nas pernas. A descida para uma altitude mais baixa cura a doença e é imprescindível para salvar a vida da vítima.
O Mal da Montanha Crónico (doença de Monge) desenvolve-se de forma gradual ao longo de vários meses ou anos em indivíduos que vivem em grandes altitudes. Os sintomas consistem em falta de ar, letargia e diversas dores e queixas. É possível que se formem coágulos de sangue nas pernas e nos pulmões e que o coração falhe. O mal da montanha crónico ocorre quando o corpo faz uma compensação excessiva pela falta de oxigénio, produzindo demasiados glóbulos vermelhos. A vítima fica incapacitada e morre se não for transferida para uma altitude menor.
Prevenção
A melhor maneira de evitar o mal da montanha é subir lentamente, levando dois dias para chegar aos 2500 m e um dia mais por cada 350 a 700 m adicionais. Escalar ao ritmo a que cada pessoa se sente bem é melhor do que seguir um programa rigoroso preestabelecido. Pernoitar a meio do caminho também contribui para diminuir os riscos. O bom estado físico pode ajudar, mas não garante que a pessoa venha a sentir-se bem a grandes altitudes. É aconselhável evitar a actividade física demasiado intensa durante um dia ou dois depois de chegar ao local de destino. Beber uma quantidade adicional de líquidos e evitar o sal ou os alimentos salgados pode ajudar muito, apesar de não ter sido comprovada a eficácia destas medidas. Deverão tomar-se precauções se se beber álcool a grande altitude. Uma bebida deste tipo consumida a grandes altitudes parece ter o mesmo efeito que duas consumidas ao nível do mar. Além disso, os sintomas que a ingestão de grandes quantidades de álcool provoca são semelhantes a algumas formas de mal da montanha.
Ingerir pequenas doses de acetazolamida ou dexametasona no início da subida e durante alguns dias depois da chegada ao destino minimiza os sintomas do mal da montanha agudo. O médico pode receitar nifedipina a quem tenha tido graves crises de edema pulmonar das alturas. O ibuprofeno é muito mais eficaz que os restantes fármacos no alívio das dores de cabeça que as grandes altitudes provocam. Comer frequentemente pequenas quantidades de alimentos ricos em hidratos de carbono é melhor do que ingerir pratos abundantes três vezes por dia.
Tratamento
O mal da montanha agudo ligeiro costuma desaparecer em 1 ou 2 dias, sem outro tratamento para além da ingestão de grande quantidade de líquidos para repor os que se perderam ao suar e ao respirar o ar seco.
O ibuprofeno e a ingestão de grande quantidade de líquidos ajudam a aliviar as dores de cabeça. Se a doença for mais grave, costuma ser benéfico administrar acetazolamida, dexametasona ou ambas, alternadamente.
Como o edema pulmonar das alturas pode pôr a vida em perigo, o indivíduo afectado deverá ser controlado exaustivamente. Muitas vezes é benéfico ficar acamado e receber oxigénio, mas, se isto não for possível, o doente com esta perturbação deverá ser transferido sem demora para uma altitude inferior. A nifedipina actua de imediato, mas os seus efeitos duram só algumas horas e, por isso, o doente gravemente afectado não deverá ser transferido de imediato para uma altitude inferior.
O edema cerebral das alturas, que também pode provocar a morte, é tratado com um corticosteróide como a dexametasona, mas apenas nos casos graves, enquanto se prepara a transferência do doente para uma altitude inferior.
Se o edema pulmonar ou o edema cerebral das alturas piorar, qualquer atraso na descida pode provocar a morte do afectado.
Depois da descida, as pessoas que manifestem qualquer forma de mal da montanha melhoram rapidamente. Se assim não for, então dever-se-á procurar outra causa para os sintomas.
Se não for possível a descida imediata, pode ser utilizado um instrumento que aumenta a pressão e simula uma descida de várias centenas de metros, com o fim de tratar uma pessoa gravemente doente. Este instrumento (uma câmara hiperbárica) é formado por uma bolsa ou por uma tenda de pano muito leve e uma bomba que se faz funcionar manualmente. A pessoa afectada deve ser colocada dentro da referida câmara. Fecha-se esta em seguida e é aumentada a pressão no seu interior com a ajuda da bomba. A pessoa deve permanecer na câmara entre 2 e 3 horas. Este processo é uma boa medida temporária (tão benéfica como administrar oxigénio, de que não se costuma dispor quando se escala uma montanha).
Diagnóstico de MAM

O MAM é a patologia mais comum e perigosa a que estão expostos os montanhistas e torna-se importantíssimo diagnosticá-la nos estágios iniciais. O método de auto-avaliação Lake Louise é, dentre vários, um dos mais simples. Trata-se de um questionário que relaciona os sintomas a um sistema de pontuação.

Questionário para auto-avaliação
Dor de cabeça
·         Inexistente 0
·         Leve 1
·         Moderada 2
·         Forte 3
Sintomas gastrointestinais
·         Bom apetite 0
·         Pouco apetite ou náuseas 1
·         Náuseas moderadas ou vômito 2
·         Náuseas ou vômito incontroláveis 3
Fadiga ou debilidade
·         Ausência de cansaço 0
·         Cansaço ou debilidade leve 1
·         Cansaço ou debilidade moderada 2
·         Cansaço ou debilidade severa 3
Vertigens ou maresia
·         Ausentes 0
·         Vertigem leve 1
·         Vertigem moderada 2
·         Vertigem incapacitante 3
Alterações do sono
·         Dorme normalmente 0
·         Dificuldade para dormir 1
·         Dorme pouco 2
·         Não dorme 3
Alterações mentais
·         Ausente 0
·         Letargia - topor 1
·         Desorientação - confuso 2
·         Semi-consciência 3
·         Coma 4
Orientação ao caminhar
·         Caminha normalmente 0
·         Caminha cambaleando 1
·         Caminha desorientado 2
·         Quedas constantes 3
·         Não fica em pé 4
Edemas periféricos
·         Ausentes 0
·         Um edema localizado 1
·         Mais de dois edemas localizados 2
Somando todos os pontos se obtém a nota classificatória:
·         De 1 a 3 pontos - MAM leve
·         De 4 a 6 pontos - MAM moderado
·         7 ou mais pontos - MAM grave
O segundo método indicado por Altamontanha.com é ainda mais simples:
·         1. Se você lembrou do método Lake Louise é porque está com MAM.
·         2. Se conseguiu concluir a somatória é porque não está com MAM.

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Symptoms
The Acute Mountain Sickness affects many people living in regions at sea level and rises to a moderate altitude (2400 m) in 1 or 2 days. This makes them feel shortness of breath, which increases your heart rate and get tired easily. About 20% suffer from headaches, nausea or vomiting and sleeplessness. The grueling exercise worsens symptoms. Most people get better within a few days. This benign disorder, which is just a simple discomfort, it is more common among teenagers than among older people.
Pulmonary Edema The Heights is one of the most serious disease in which fluid accumulates in the lungs, may be the next step of acute mountain sickness. The risk of pulmonary edema Heights is highest among those living at high altitude, especially children, when they come home after spending 7 to 10 days in areas located at sea level. People who have suffered a previous illness are more likely to suffer another, even a mild respiratory infection such as a cold, increases this risk. Pulmonary edema of heights is much more common in men than in women. Usually occurs between 24 and 96 hours after the ascent is very rare and occur at altitudes below 2700 m.
The lack of air is higher in pulmonary edema in which the heights of acute mountain sickness, even the slightest exertion causes a severe dyspnoea. It is customary that the victim has dry cough, causing him to itch first, then slow down and produce sputum. The victim can cough up a large amount of fluid, usually pink and even blood. It is also possible to have a little fever. Pulmonary edema may complicate the heights quickly and within hours, not be a mild illness to become a possibly deadly disease.
The Heights of Cerebral Edema (the most severe form of altitude sickness) starts between 24 and 96 hours after arrival at a place of high altitude or it may be preceded by acute mountain sickness or pulmonary edema of heights. In cerebral edema Heights fluid accumulates in the brain. The difficulty in walking (ataxia), possibly accompanied by numbness of the fingers or hand movements, the first is a worrying sign. The headaches are more intense than in acute mountain sickness. Later the hallucinations begin, but are not usually recognized as such. The higher the altitude, the greater the loss of discernment and perception. Symptoms are similar to the effects caused by alcohol. Cerebral edema of heights can only be a mild illness to become a rapidly fatal disease. Given the suspicion of a framework for brain swelling, the victim should be immediately transferred to a lower altitude.
Edema of the Heights (swelling of the hands, feet and face) usually affects the hikers, climbers and skiers. Due, in part, to changes in the distribution of salts in the body that occurs at high altitudes, although strenuous physical activity result in changes in the distribution of salts and water to areas up to sea level.
The Retinal Hemorrhage (retinal) of heights (small spots of blood found in the retina, the back of the eye) can happen even when reaching to moderate heights. This disorder rarely produces symptoms and usually resolves spontaneously, except in cases, unusual in that the bleeding occurs in the eye responsible for central vision (the macula). These people see a little blind spot. In exceptional cases the vision becomes confused in one or both eyes or even blindness occurs, these episodes are apparently a form of migraine and disappear shortly after the descent.
Subacute mountain sickness is an unusual disorder that emerged in children born of Chinese parents in moderate altitudes or transferred there later and in soldiers deployed to altitudes of over 6000 m for weeks or months. This problem is caused by a heart failure that causes a large accumulation of fluid in the lungs, abdomen and legs. The descent to a lower altitude sickness and healing is essential to save the life of the victim.
Chronic mountain sickness (Monge's disease) develops gradually over several months or years in individuals who live at high altitudes. Symptoms consist of shortness of breath, lethargy and various aches and pains. It is possible to form blood clots in the legs and lungs and the heart to fail. Chronic mountain sickness occurs when the body is an overcompensation for the lack of oxygen, producing too many red blood cells. The victim is incapacitated and die if not moved to a lower altitude.
Prevention
The best way to avoid altitude sickness is to ascend slowly, taking two days to get to me one day in 2500 more for each additional 350 to 700 meters. Climb to the rate at which each person feels and is better than following a strict predetermined program. Overnight accommodation halfway also contributes to reducing the risks. The good physical condition can not help but guarantee the person will feel well at high altitudes. It is advisable to avoid too intense physical activity for a day or two after arriving at their destination. Drinking an excess amount of liquids and avoid salt or salty foods can help a lot, despite not having been proven the effectiveness of these measures. Should take precautions if they are drinking alcohol at high altitude. One such beverage consumed at high altitudes appears to have the same effect as two consumed at sea level. In addition, symptoms that drinking large amounts of alcohol causes are similar to some forms of mountain sickness.
Ingesting small doses of acetazolamide or dexamethasone at the start of the climb and a few days after arrival at destination minimizes the symptoms of acute mountain sickness. The doctor may prescribe nifedipine who had suffered from severe pulmonary edema of heights. Ibuprofen is more effective than other drugs for the relief of headaches that cause high altitudes. Often eat small amounts of foods rich in carbohydrates is better than eating meals three times a day plentiful.
Treatment
The mild acute mountain sickness usually disappears in 1 or 2 days, with no other treatment other than drinking lots of fluids to replace those lost by sweating and breathing the dry air.
Ibuprofen and drinking plenty of fluids can help relieve the headaches. If the disease is more serious, is usually beneficial to administer acetazolamide, dexamethasone, or both, alternately.
As the heights of pulmonary edema can be life-threatening, the affected individual should be thoroughly checked. It is often beneficial to stay in bed and receiving oxygen, but if this is not possible, patients with this disorder should be transferred immediately to a lower altitude. Nifedipine acts immediately, but their effects last only a few hours and therefore not severely affected the patient should be transferred immediately to a lower altitude.
Cerebral edema of heights, which can also cause death, is treated with a corticosteroid such as dexamethasone, but only in serious cases, while preparing to transfer the patient to a lower altitude.
If pulmonary edema or cerebral edema Heights worse, any delay in the fall can cause the death of the affected.
After the descent, people who show any form of mountain sickness improve rapidly. If not, then due process should seek another cause for the symptoms.
If unable to fall immediately, can be used an instrument that increases the pressure and simulates a descent of several hundred meters in order to treat a seriously ill person. This instrument (a hyperbaric chamber) is formed by a bag or a tent of lightweight cloth and a pump that is run manually. The affected person should be placed inside the chamber. Closes it and then is increased pressure on the interior with the help of the pump. The person must remain in the chamber at 2 to 3 hours. This process is a good temporary measure (as beneficial as administering oxygen, that is not usually available when climbing a mountain).
  Diagnosis of MAM
MAM is the disease most common and dangerous they are exposed to the climbers and it becomes important to diagnose it in early stages. The method of Lake Louise self-assessment is, among many, one of the simplest. This is a questionnaire that lists symptoms to a scoring system.
Self-assessment Questionnaire
Headache
None · 0
· Take 1
2 · Moderators
· Strong 3
Gastrointestinal symptoms
• Good appetite 0
· Few appetite or nausea 1
Nausea or vomiting 2 moderate
Nausea or vomiting uncontrollable 3
Fatigue or weakness
Absence of fatigue 0
Mild fatigue or weakness · 1
Tiredness or weakness · moderate 2
· Fatigue or severe debilitation 3
Dizziness and sea air
· Absent 0
· A mild vertigo
Vertigo · moderate 2
· Incapacitating vertigo 3
Sleep disorders
"Asleep normally 0
Difficulty sleeping 1
"Asleep just 2
Do not sleep 3
Mental changes
· Absent 0
· Lethargy - topor 1
· Disorientation - confusion 2
Semi-consciousness · 3
• Eat four
Orientation walk
• Marching typically 0
• Marching staggering 1
• Marching disoriented 2
· Fall constant 3
Do not stands 4
Peripheral edema
· Absent 0
• A localized swelling 1
• More than two localized edema 2
Adding all the points you get the grade classification:
· From 1 to 3 points - MAM light
° from 4 to 6 points - Moderate MAM
• 7 or more points - severe MAM
The second method described by Altamontanha.com is even simpler:
* 1. If you remembered the method is because it is Lake Louise with MAM.

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