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domingo, 13 de novembro de 2011

Cerro Chaltén - Torre Egger - Irresistível Desafio + Cerro Chalten - Torre Egger - Irresistible Challenge


Quando pensamos em patagônia, recoramos de desertos de sal, ventos congelantes e pináculos de granito rasgando o céu. Entre a argentina e o chile, a oeste de Cerro Chaltén encontramos a Torre Egger, culminando a 2850 de neve, gelo e rochas.
Seu nome é uma homenagem a Toni Egger*, um alpinista austríaco, que faleceu em 1959, durante a escalada do Cerro Torre na expedição de Cesare Maestri.

A Torre Egger faz parte de uma formação de pináculos, estando entre o Cerro Torre, o de maior elevação e o Cerro Stanhardt. O Egger se destaca pelo gigantesco cogumelo de gelo no cume. Existiram muitas tentativas de escala-la, no entatanto varias foram as desistências devido ao clima rigoroso, exposição constante a detritos como rochas e gelo que se desprendem das encostas. Existem cinco rotas, todas de difícil progressao.

A face Leste da Torre Egger tem sua primeira ascensão registrada a 22 de fevereiro de 1976, onde os escaladores norte-americanos John Bragg, Jim Donini e Jay Wilson, através da aresta Sudeste, conta com quatro rotas: a Italiana de 1980 (De Donà e Giongo), Psycho Vertical (Jeglic, Karo e Knez, 1986), Titanic 87 (Giarolli e Orlandi, 1987) e Badlands (Anker, Gerberding e Smith, 1994).
No ano de 2002 Tim O’Neill e Nathan Martin, experientes e ousados escaladores norte-americanos conquistaram uma variante na face leste da Torre Egger. Essa nova variante apresenta dez cordadas, inicia pela Via Italiana – Face Leste; seguindo ate a Via Titanic 87, por oito novas enfiadas, através dos quais chegaram ao cume. No total, são 32 cordadas com dificuldades de 6b+ 5.11 A2 WI 6, 950m (a sigla WI é a graduação para escalada em gelo de fusão), sendo concluida em dois dias e meio e em estilo alpino, a segunda da mesma maneira na Torre Egger, depois de De Doná e Giongo. A escalada precisou ser abortada em várias ocasiões devido ao mal tempo, uma característica bem particular da Patagônia.

Garibotti e Colin Haley fizeram a primeira travessia completa de todo o maciço, escalando o Cerro Standhardt, Punta Herron, Torre Egger e Cerro Torre juntos em 2008. Eles graduaram sua rota como VI 5.11 A1 WI 6, com 2.200 m de ganho vertical total. Esta tinha sido “uma das mais emblemáticas do mundo, das rotas não escaladas”, tendo sua primeira tentativa realizada por Ermanno Salvaterra.
 
Tentativas Históricas
O colosso de granito sempre elevou a imaginação de seus observadores, a primeira tentativa de escalada da Torre Egger no entanto, aconteceu somente em janeiro de 1974 por um grupo composto pelos britânicos Leo Dickinson, Eric Jones, Martín Boysen, Paul Tut Braitwaite, Keith Lewis, Mick Coffey e os norte-americanos Dan Reid e Rick Sylvester. A possível via estava do lado direito da face Leste, perigosa e exposta a quedas de blocos, tanto que 300 metros metros abaixo do colo entre as Torres Egger e Herron, Paul Braithwaite fora atingido fraturando um braço e consequentemente a equipe abandonou a tentativa.
Em 1975 dois grupos tentavam escalar a Torre Egger, uma americana e uma neozelandesa. Na Face Sul a expedição americana realizava progressões com Jay Wilson, Jhon Bragg e Jim Donini. A neozelandesa, visando a boa progressão dos britânicos em 74, decidiram seguir a mesma via, no entanto  fatalidade na queda de 60 metros de Phillip Herron de 19 anos em uma greta pos fim a expedição. Sua pessoa é homenageada com a nomeação da torre anexa à Torre Egger.
As expedições que cobiçavam as paredes de rocha e gelo geralmente eram numerosas, às vezes superando dez componoentes. Wilson, Bragg e Donini não tiveram auxilio extra para carregar seus 1.100 metros de cordas e todos as demais centenas de quilos de equipamentos, Donini e Bragg que em 75 não conseguiram concluir seus objetivos, estavam determinados a conquistar a verticalidade nauseante da montanha. Segundo Donini o diminuto grupo teria mais chance de chegar ao cume, todos teriam chances iguais, o que é muito diferente em gtandes grupos. Os três norte-americanos foram apoiados pelo American Alpine Club e um relato de sua escalada com as fotos, apareceu mais tarde na revista National Geographic de dezembro de 1976.
A 18 de dezembro de 1975 deram entrada no Parque Nacional Los Glaciares, o trabalho de transporte foi logo iniciado aproveitando parcos dias de tempo estável até o vale do Torre, onde atualmente esta o Acampamento Agostini. Com um acampamento base estabelecido na floresta, eles continuaram até o Glaciar Torre e levaram alimentos e equipamentos para uma caverna de neve ao pé da Torre Egger, ficando assim com comida suficiente para três meses.
A variação abrupta do clima local é um determinante para o sucesso de qualquer expedição em quaisquer lugares do mundo, o que era para ser uma ocorrência regular, a persistência do mal tempo forçou-os a voltar ao acampamento base, após duas semanas retornaram ao local onde estavam seus suprimentos, sob dez metros de neve, o que levou mais dois dias de escavação.
A extrategia era escalar os 700 metros da via Maestri-Egger até o Colo da Conquista, e de lá subir os 400 metros restantes da face sul da Torre Egger, tornando-se os primeiros a percorrer uma parte da rota Maestri-Egger.
Nos meses de dezembro e janeiro aproveitaram os curtos intervalos de tempo bom para fixar 180 metros de cordas nos 1.200 metros de rota, em 23 e 24 de janeiro chegaram ao campo de neve triangular, aonde metros antes encontraram cunhas de madeira e grampos, e logo depois uma corda fixa, e ao chegar a um platô, rolos de corda descoloridos pelo sol e uma mochila com cunhas de madeira, estes eram os únicos rastros de Maestri e Egger que encontraram pelo caminho.
Existindo sempre a variação no clima, apos uma semana escalaram 300 metros aproveitando dois dias de tempo bom, entrando no trecho da rota onde a exposição a quedas de blocos de gelo torna-se uma constante e um deles teria varrido Wilson da parede se não tivesse batido na parede a poucos metros acima, dissolvendo-se em milhares de pedaços. Eles continuaram escalando diagonalmente para cima e para a direita, seguindo a linha Maestri-Egger e seguindo para o Colo da Conquista, o corte profundo entre o Cerro Torre e a Torre Egger. Depois de dois dias de escalada em livre, misto e artificial, eles finalmente chegaram ao Colo, passaram uma noite ruim, observando os sinais da aproximação de uma tempestade, redemoinho de nuvens e ventos turbulentos. Desceram pelas cordas fixas e voltaram ao acampamento base para se recuperar e aguardar uma trégua do tempo...
Duas semanas depois, em 16 de fevereiro, regressaram à montanha levando consigo uma estrutura de alumínio e nylon, pesando 15 quilos e chamada ‘Whillans Box’, especialmente concebida para resistir ao tempo, era uma barraca projetada pelo alpinista inglês Don Whillans para suportar ventos fortes e usada pela primeira vez durante a primeira subida da torre central das Torres del Paine. Ela foi instalada logo abaixo do Colo, onde passaram os seis dias seguintes.
A parede diretamente acima do Colo era de inclinação negativa e recoberta com gelo podre. Essa rota era intransponível e a única opção foi seguir para a direita, percorrendo a distância de duas cordas, por uma parede íngreme toda coberta de gelo, para ter acesso ao cume. Donini deu um grande susto nos companheiros quando caiu seis metros na rocha escorregadia, mas consegui terminar a passagem e fazer uma ancoragem. Bragg liderou a outra travessia e seguiu uma seção de dezoito metros em negativo de rocha. Foi a vez de Donini liderar novamente, sua descrição: “Eu subi a um ponto onde eu não podia mais seguir. Jay desceu-me e comecei a tentar um pêndulo… acabei pendulando suficientemente longe para a direita, conseguindo segurar com a mão numa fenda, fixando um pino e clipando.”
Com Donini na liderança, Bragg e Wilson se ancoraram e esperaram pacientemente que ele passasse três horas e meia, superando o trecho de dezoito metros. Um laço jogado sobre um pedestal de pedra e a colocação de um grampo salvaram o dia. Acima do Colo de Conquista, as exigências técnicas facilitaram um pouco, mas o clima quente deixou o caminho perigoso. As quedas de gelo eram constantes por toda a parte, enquanto que a água caía nas fendas deixando a rocha úmida. O início de uma tempestade trouxe neblina e granizo, mas a anciosidade  os levaram a continuar fixando cordas no difícil terreno misto até chegarem a 120 metros do topo. Em 22 de fevereiro ascenderam pelas cordas congeladas e espessas de neve. Seguiram a partir daí por um terreno virgem, escalando trechos verticais de escalada em gelo e rocha. Em meio à tempestade, chegaram sobre o intocado cume, onde deixaram um mosquetão que no ano anterior tinham encontrado junto ao corpo de Toni Egger e começaram a descer. Em toda a sua escalada usaram apenas quatro grampos. Donini: “Tinhamos alguns grampos conosco mas realmente relutamos para usar…”. A via completa tem 1.100 metros, dos quais 400 metros foram conquistados por eles, e sua dificuldade é de 5.9, A4, WI 5.

 As Vias
1976 – Americana (Face Leste, Aresta Sudeste) (1.100m, 5.9, A4, WI 5) Jay Wilson, Jhon Bragg e Jim Donini (USA), 22/fev/1976.
1980 – Tempeste (Face Leste) (1.000m, 6a, A2, 85º/90º) Giuliano Giongo, Bruno De Doná e De Nardinis (Itália), 15/março/1980.
1986 – Psycho Vertical (Face Sudeste) (UIAA ED+ VII+ A3 90º) Janez Jeglic, Silvo Karo, Franc Knez (Eslovênia), 7/dez/1986.
1987 – Titanic (Pilar Leste) (UIAA VI+ A2), Maurizio Giarolli and Elio Orlandi (Itália), 2 a 5/nov/1987.
1994 – Badlands (Face Leste) (1.000m, YDS VI 5.10 A3 WI 4+) Conrad Anker, Jay Smith e Steve Gerberding (USA), 12/dez/1994.
2002 – O’Neill/Martin (Variante Face Leste) (950m, 6b+ 5.11 A2 WI 6) Tim O’Neill, Nathan Martin (USA), 22-24/jan/2002.
 
*Toni Egger
Em 1959, Cesare Maestri, foi até a região do Fitz Roy para fazer outra tentativa no Cerro Torre. Ele afirma que, após dez dias de tempestades contínuas, ele e os companheiros Cesarino Fava (Itália) e Toni Egger (Autríaco), atravessaram o Glaciar Torre e escalaram 700 metros na face Leste do Cerro Torre, até chegar a um enorme colo, que denominou como Colo da Conquista. Cesarino voltou para o acampamento e deixou Maestri e Egger para continuar no dia seguinte, até a íngreme aresta Norte.
O que se sabe é que seis dias depois ele disse que desceu do colo, Cesarino encontrou Maestri sozinho e delirando, semi-enterrado na neve, aos pés da face Leste. Balbuciando, Maestri falou de uma grande avalanche que tinha varrido da face, matando Toni Egger, enquanto desciam da montanha. Maestri afirmava que estavam retornando triunfantes, tendo sido as primeiras pessoas a ficar em pé no cume do Cerro Torre, algo contestado até hoje por diversos montanhistas.
Em 1975, o alpinista britânico Mick Coffey, em uma tentativa de escalada ao Cerro Standhardt com o alpinista americano Jim Donini e os colegas britânicos Ben Campbell-Kelly e Brian Wyvill, encontraram os macabros restos de Toni Egger fora do glaciar. O corpo tinha viajado por mais de 2 kilometros desde o seu desaparecimento, quinze anos antes na face Leste do Cerro Torre.
CONHECENDO AS VIAS

Torre Egger - Face Sul
 Via Americano - Jim Donini, John Bragg e Jay Wilson (EUA), 1976/02/22.
Descrição. Inicia-se um diedro evidente no rosto do leste do Cerro Torre (250m 6b A1 AI4) para, em seguida, atravessar um campo de neve triangular (80m 50º), à direita, em seguida, até um capanga do lado direito do funil.. Este envolve estimular escalada difícil (200m A2 6) para chegar terrenos mistos acima (100m AI3), nas proximidades do Diedro leste. Um curto inferior ao virar da esquina à direita leva a uma rampa eo col-Torre Egger (100m AI 3 M4). A travessia para a direita leva para o campo crux, uma sobreposição íngreme que o primeiro ascentionists ultrapassado por laçar um floco acima (A4). Escalada mais difícil leva a uma gama de gelo funil que leva para o fundo do cogumelo cúpula, que é superado por subir e esquerda. A primeira ascensão foi feito usando algumas cordas fixas e um acampamento fixo nas imediações do Diedre leste. Nos 37 campos de apenas onze parafusos foram colocados no percurso, todos, mas uma das âncoras.
Existem muitas variações possíveis, a maioria deles mais fácil, acima do campo de neve triangular, para mais detalhes veja El Arca , no CT.
História. Deles era a primeira ascensão do que muitos consideram pico mais difícil da Patagônia. Eles passaram cerca de dois meses trabalhando na rota antes de suceder. Eles faziam parte de uma grande expedição que incluía Maureen Donahue, Julie Hunter, Jane Wilson e Sherman como equipe de apoio. O empurrão final envolveu um esforço de cinco dias de uma caixa de Whillans colocado a meio caminho até a rota.
O principal segredo para a sua sucessão foi a US $ 1 por litro "Smugglers Old" whisky argentino.
Os escaladores relataram que suas observações haviam deixado convencido sobre a veracidade de 1959, o Maestri é reivindicação Cerro Torre. Para mais informações consulte o artigo " A Montanha Unveiled "no" Conhecimento "deste website.
Surpreendentemente alguns escaladores italianos não consideram esta uma subida adequada de Torre Egger, uma vez que a equipe americana havia subido 70% da sua rota até a face leste do Cerro Torre, depois de ter supostamente repetido linha Maestri para o col-Torre Egger. A imprensa italiana chegou a declarar que Bruno De Donà e Giuliano Giongo subida em 1980 foi o primeiro. Não só que o julgamento é maneira fora da base, mas agora que há sérias dúvidas sobre a veracidade da Dona De Giongo e ascensão, é ainda mais absurdo.
Abordagem. De Agostini para Niponino para Noruegos.
Descida. Via o mesmo percurso, ou inicialmente seguindo uma linha reta para o col Egger-Torre, através da linha de Torres rap Traverse, que cai em linha reta no col via 6 raps muito tempo.
 
2. Psico Vertical - 950m 6c A3 90 °
Janez Jeglic, Silvo Karo e Francek Knez (Eslovénia), 1986/07/12.

3. Badlands - 950m 6b A3 + 85 °.
Conrad Anker, Steve Gerberding e Jay Smith, (EUA), 1994/12/12.

Torre Egger - Face Leste 
 4. Titânico - 950m 6a A2 AI6
Maurizio Giarolli e Elio Orlandi, (Itália), 2-5/11/1987.
Descrição. A linha de muito impressionante até leste Torre Egger do contraforte. O ponto crucial é um passo seis funil de gelo pendentes, no terço inferior da rota. Ele começa à esquerda da rota "italiano" escalada lajes de granito liso que em dois campos de levar ao funil de gelo. Rocha moderada após isso leva a um campo de neve e rachaduras direito da proa enforcamento. O ascentionists primeiro encontrado um túnel natural superou o cogumelo cúpula, mas as partes nos últimos anos poucos foram subindo e esquerda do cogumelo.
História. Giarolli e intenção original Orlandi foi tentar a Traverse Torres, mas depois de passar muito de sua energia transportando 10 dias de alimentos e equipamentos para a 100 metros do cume do Standhardt eles desistiram e voltaram seus olhos para Egger. Guido Cominelli, Lorenzo e Andrea Sarchi Nadali tinha tentado essa linha no mês anterior. Eles chegaram no meio do caminho óbvio snowfield acima e à esquerda a 500 metros de cordas fixas no lugar. Giarolli e Orlandi usados ​​os cabos durante a sua ascensão, não re-escalada que metade inferior. Não houve repete desta rota, que ainda aguarda uma ascensão contínua. O percurso é nomeado após o pilar superior, que lembra a proa de um navio.
Abordagem. De Agostini para Niponino para Noruegos.

4,1 Martin O'Neill-link acima.- 950m 6b A1 AI4
Timy O'Neill e Nathan Martin (EUA), 2002.
Descrição. Subiram dez campos da rota italiana, em seguida, mover para a esquerda, subindo uma variação de pitch de oito a juntar-se para o seu Titanic últimos 14 arremessos.
História. Peter Janschek (África do Sul) e Mayr Grande (Áustria) foram os primeiros a tentar fazê-lo. Martin O'Neill e completou em 59 horas de ida e volta. Tem visto muitos repete desde então. Steph Davis e Dean Potter repetiu em 2006, tendo até 23 horas.
Ascensão invernal. Em agosto de 2010 alpinistas suíços Dani Arnold, Thomas Senf e Stefan Siegrist fez a subida primeiro inverno do pico após a Martin O'Neill-ligação. Levaram três dias de ida e volta. Siegrist tinha feito a subida anteriormente.
Abordagem. De Agostini para Niponino para Noruegos.

Torre Egger - Face Leste
5. Rota Italiana-950m 5 + A2 85 °
Bruno De Donà e Giuliano Giongo (Itália) afirmam ter escalado essa via, em março de 1980.
Descrição. A rota segue uma linha de fraqueza esquerda do serac maciça, para depois seguir supostamente cantos que levam ao col de Lux (Egger-Herron), e até cume Egger do norte para o topo.
História. De Dona Giongo e fez muitas tentativas, incluindo uma no ano anterior com Cesare De Nardinis, durante o qual chegou a um ponto a 250 metros do topo tímido. Eles afirmam ter completado o percurso em quatro dias de sua snowcave na base do pico, mas utilizando uma única corda fixa. Ao descer em uma tempestade épica alegam ter subido Punta Herron, explicando que eles esperavam para descer o seu cume norte, que eles achavam que seria mais seguro do que o seu próprio percurso, mas no final, eles afirmam ter descido a sua própria rota. Note-se que Herron envolve mais de 60 metros de ganho vertical do col, com mix de escalada difícil e um cogumelo.
Em um artigo sobre a escalada em uma revista italiana Giongo faz declarações sobre o uso de cordas fixas que para o tempo e, infelizmente, ainda hoje, em muitos casos, eram muito progressiva. Em uma passagem ele escreve: "Quando alguém se atreve a nos Alpes para equipar e corrigir uma rota antes de completar a subida, como os espanhóis fizeram na face norte do Lavaredo, eles são criticados sem piedade ea rota fica degradado rapidamente, enquanto que, quem sabe por isso que, mesmo alpinistas forte, quando são dez ou vinte mil quilômetros de suas casas, eles se sentem autorizados a usar todos os meios com no seu alcance, mesmo em montanhas de dificuldade moderada. "
Alguns na imprensa italiana chamada De Dona e Giongo é o primeiro ascent "apropriada" de Torre Egger, alegando que a equipe americana havia subido 70% da sua rota até a face leste do Cerro Torre, tendo supostamente repetido linha Maestri para o Egger-Torre col. Não só que o julgamento é maneira fora da base, mas agora que há sérias dúvidas sobre a veracidade da Dona De Giongo e ascensão, é ainda mais absurdo.
     Esta linha viu muitas tentativas anteriores, incluindo uma por uma equipe anglo-americana grande, em 1974, Dan Reid e Rick Silvester (EUA), Martin Boysen, Leo Dickinson, Don Whillans, Mick Coffey, Keith Lewis, Eric Jones e Paul Braithwaite (UK ). Eles chegaram a um ponto alto cerca de 800 metros de altura, mas foram forçados a recuar devido ao tempo muito quente que produziu derretendo sobre o cogumelo de gelo e, portanto, o bombardeio contínuo de blocos de gelo. Ironicamente bom tempo nem sempre é ideal.
     Também foi tentado por uma expedição da Nova Zelândia no final de 1975 e início de 1976. Durante esta expedição Philip Herron perdeu a vida quando ele caiu numa fenda perto da base da parede. Esta expedição também incluiu Bill Denz, que retornou em 1980 para tentar a solo Cerro Torre, chegando muito perto de seu objetivo em duas ocasiões.
Outras tentativas incluem uma expedição liderada pelo italiano Aldo Gross e composta de 16 guias de "Val di Fassa" em dezembro de 1976.
Controvérsia. O superior a 200 metros seguir a aresta norte, uma laje maciça com flocos descontínuo e rachaduras que steepens significativamente para a esquerda e cai no abismo da calota para a direita. Alpinista alemão Thomas Huber foi o primeiro a "repetir" a parte em 2005, ao atravessar a partir Herron (ver Huber-Schnarf rota), e foi o primeiro a voz descrença sobre a ascensão italiano. Nos três campos em branco na sua maioria não achou pitons, cicatrizes pinos ou parafusos, ou qualquer outro vestígio de passagem, incluindo nenhum vestígio de passagem no col si. Desde então, três outros partidos subiram através dessa seção, italianos, americanos e argentinos, e eles também não conseguiram encontrar qualquer vestígio de passagem. O terreno está em branco o suficiente e suave o suficiente para que até mesmo um único piton 50 ou mais metros para o lado não passam despercebidos. Também a linha geral de fraqueza é um e somente um, não deixando opções plausíveis para a esquerda ou direita.
Em um artigo escrito por Giongo para uma revista italiana que é possível ver fotos do ascentionists primeira escalada e em cima de um cogumelo como a formação, no meio de uma tempestade sem fundo. Também nesse artigo Giongo escreve: "No lajes abaixo do cogumelo cúpula que colocou três parafusos, como prova irrefutável de nossa passagem". É possível que Dona De Giongo e subiu em outros lugares, embora não seja claro para onde.
Huber passou a batizar o selim entre Egger e Herron, col de Lux, explicando "porque achamos que foram os primeiros seres humanos nesta col; encontramos nenhum vestígio dos italianos aqui ou em qualquer lugar acima."
Abordagem. De Agostini para Niponino para Noruegos.
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   When we think of Patagonia, remember the salt deserts, icy winds and granite pinnacles of the sky ripping. Between Argentina and Chile, west of Cerro Chalten we find the Torre Egger, 2850 culminating with snow, ice and rocks.
     His name is an homage to Toni Egger *, an Austrian mountaineer who died in 1959, during the ascent of Cerro Torre Cesare Maestri in the expedition.
    The Torre Egger is part of a formation of pinnacles, standing between Cerro Torre, the highest elevation and Cerro Stanhardt. Egger stands by the giant mushroom of ice at the summit. There have been many attempts to scale it in entatanto were several dropouts due to inclement weather, constant exposure to debris like rocks and ice that come off the slopes. There are five routes, all difficult progression.

The face of Torre Egger East has its first recorded ascent on 22 February 1976, where the climbers Americans John Bragg and Jay Wilson Jim Donini, through the Southeast Ridge, has four routes: the Italian in 1980 (De Donà and Giongo), Psycho Vertical (Jeglic, Karo and Knez, 1986), Titanic 87 (Giarolli and Orlandi, 1987) and Badlands (Anker, Gerberding and Smith, 1994).

In 2002 Tim O'Neill and Nathan Martin, experienced and daring climbers Americans won a variant on the east face of Torre Egger. This new variant has ten strings, starts for the Italian Way - East Face, according to Via Titanic 87 for eight new pitches, by which they reached the summit. In total there are 32 pitches with difficulties 6b + 05.11 A2 WI 6, 950m (the acronym WI is the graduation for climbing on ice melting), being completed in two and a half days and in alpine style, the second the same way in the Tower Egger, after Dona and Giongo. The climb had to be aborted several times due to bad weather, a very particular characteristic of Patagonia.

In January 2008, Rolando Garibotti and Colin Haley made the first complete crossing of the entire massif, climbing Cerro Standhardt, Punta Herron, Torre Egger and Cerro Torre together. They graduated their route as VI 5.11 A1 WI 6, with 2,200 m of total vertical gain. This was "one of the most emblematic of the world, not climbing routes", with his first attempt made by Ermanno Salvaterra.

Historical attempts

The granite colossus always raised the imagination of its viewers, the first attempt to climb the Torre Egger however, happened only in January 1974 by a group of the British Leo Dickinson, Eric Jones, Martin Boysen, Paul Tut Braitwaite, Keith Lewis Mick Coffey and American Dan Reid and Rick Sylvester. A possible way was the right side of the face east, dangerous and exposed to falling blocks, so that meters 300 meters below the neck between the Torres Herron and Egger, Paul Braithwaite was hit fracturing an arm and consequently the team abandoned the attempt.

In 1975 two groups tried to climb the Torre Egger, one American and one New Zealander. In view of the South American expedition progressions performed with Jay Wilson, Jhon Bragg and Jim Donini. In New Zealand, seeking the good progress of the British in 74, decided to follow suit, however inevitable in the fall of 60 meters Phillip Herron, 19 years in a crack put an end the expedition. His person is honored with the naming of the tower attached to Torre Egger.

The expeditions who coveted the walls of rock and ice were usually numerous, sometimes exceeding ten componoentes. Wilson, Donini Bragg and had no extra help to load its 1,100 feet of rope and all the other hundreds of pounds of equipment, Donini Bragg and that in 75 failed to complete their goals, were determined to conquer the mountain verticality nauseating. According to Donini small group would have more chance to reach the summit, everyone would have equal chances, which is very different in gtandes groups. The three Americans were supported by the American Alpine Club and an account of his climb to the photos, later appeared in National Geographic December 1976.

The December 18, 1975 were admitted to the Los Glaciares National Park, the transport work was soon started enjoying days of meager stable weather to the valley of the Tower, where he is currently the Camp Agostini. With an established base camp in the forest, they continued to the Torre Glacier and carried food and equipment for a snow cave at the foot of Torre Egger, leaving you with enough food for three months.

The abrupt change of climate is a determinant for the success of any expedition in all over the world, which was to be a regular occurrence, the persistence of bad weather forced them to return to base camp after two weeks returned to the site where his supplies, under ten feet of snow, which took over two days of excavation.

The extrategia was to climb the 700 meters from the Maestri-Egger route to the Col of Conquest, and from there up the remaining 400 meters of the south face of Torre Egger, becoming the first to cover a part of Maestri-Egger route.

In the months of December and January took advantage of the short intervals of good weather to fix 180 meters of ropes in 1,200 meters of route 23 and January 24 were in the field of snow triangle, where yards before they found wooden wedges and clamps, and then after a fixed rope, and reach a plateau, coils of rope discolored by the sun and a backpack with wooden wedges, these were the only traces of Maestri and Egger in its path.

There are always variations in weather, after one week climbed 300 meters enjoying two days of good weather, entering the stretch of the route where the exposure to falling ice blocks becomes a constant and one of them would have wiped out the wall if Wilson had not hit the wall a few feet above, dissolving into a thousand pieces. They continued climbing diagonally up and right following the line Maestri-Egger and heading for the Col of Conquest, the deep cut between the Cerro Torre and Torre Egger. After two days of free climbing, mixed and artificial, they finally arrived in Colorado, passed a bad night, observing the signs of an approaching storm, swirling clouds and wind turbulence. They went down the fixed ropes and returned to base camp to recover and wait for a lull time ...

Two weeks later, on Feb. 16, returned to the mountain carrying an aluminum frame and nylon, weighing 15 pounds and called 'Whillans Box', specially designed to withstand the weather, a tent was designed by the English climber Don Whillans to withstand winds strong and first used during the first ascent of the central tower of the Torres del Paine. It was installed just below the cervix, where they spent the next six days.

The wall directly above the cervix was negative slope and covered with rotten ice. This route was impassable and the only option was to follow to the right, covering the distance of two strings, on a steep wall all covered with ice, to have access to the top. Donini gave us a big scare when he fell six meters fellow rock slippery but I managed to finish the ticket and an anchor. Bragg led the other and followed a cross section of eighteen meters of rock in the negative. Donini was time to head back, his description: "I went up to a point where I could no longer follow. Jay came to me and I tried to ... just a pendulum pendulum far enough to the right, managing to hold his hand in a crack, setting a pin and clips. "

With the leadership Donini, Bragg and Wilson anchored and waited patiently for him to spend three and half hours, beating the passage of eighteen meters. A tie played on a stone pedestal and placing a clip saved the day. Above the Col of Conquest, the technical requirements eased a little, but the hot weather made the road dangerous. Falling ice were constant everywhere, while the water fell in the cracks leaving the wet rock. The beginning of a storm brought hail and fog, but took them eager to continue fixing ropes on the difficult mixed terrain to reach the top 120 meters. On February 22 rose by thick ropes of snow and frozen. Followed thereafter by a virgin soil, stretches climbing vertical ice and rock climbing. Amid the storm, came untouched on the ridge, where they left a carabiner on the previous year had found near the body of Toni Egger and began to descend. Throughout his climb just used four staples. Donini: "We had some clips to us but really reluctant to use ...." The complete path is 1,100 meters, 400 meters of which were conquered by them, and its difficulty is 5.9, A4, WI 5.
 Pathways
1976 - American (East Face, East Ridge) (1,100, 5.9, A4, WI 5) Jay Wilson, Jhon Bragg and Jim Donini (USA), 22/fev/1976.
1980 - Time (East Face) (1,000 m, 6a, A2, 85 º / 90 º) Giongo Giuliano, Bruno De Dona and Mr. Nardini (Italy), 15/março/1980.
1986 - Psycho Vertical (Face South) (UIAA VII + A3 + ED 90) Janez Jeglic, Silvo Karo, Knez Franc (Slovenia), 7/dez/1986.
1987 - Titanic (Pillar East) (UIAA VI + A2), Maurizio Giarolli and Elio Orlandi (Italy), 2 to 5/nov/1987.
1994 - Badlands (East Face) (1,000 m, VI 5.10 A3 YDS WI 4 +) Conrad Anker, Steve Gerberding and Jay Smith (USA), 12/dez/1994.
2002 - O'Neill / Martin (East Face Variant) (950m, 6b + A2 WI 11.05 6) Tim O'Neill, Nathan Martin (USA), 22-24/jan/2002.
* Toni Egger

In 1959 Cesare Maestri, went to the Fitz Roy region to make another attempt on Cerro Torre. He states that after ten days of continuous storms, he and his companions Cesarino Fava (Italy) and Toni Egger (Autríaco), crossed the glacier and climbed 700 meters tower on the east face of Cerro Torre, until you reach a huge neck, which Colo termed the Conquest. Cesarino returned to camp and left Maestri and Egger to continue the next day up the steep northern edge.
What is known is that six days after he said he came down from her lap, Maestri Cesarino found alone and delirious, half-buried in the snow at the foot of the eastern face. Babbling, Maestri said a large avalanche that had swept from the face, killing Toni Egger, as they descended the mountain. Maestri said they were returning victorious, having been the first people to stand on the summit of Cerro Torre, something opposed by many climbers today.
In 1975, the British climber Mick Coffey, in an attempt to climb to Cerro Standhardt with American climber Jim Donini and British colleagues Ben Campbell-Kelly and Brian Wyville, they found the gruesome remains of Toni Egger off the glacier. The body had been traveling for more than 2 kilometers from the disappearance fifteen years earlier on the east face of Cerro Torre.www.pataclimb.com

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