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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Eiger - Caminhando na Navalha + Eiger - Walking on the Razor

 

   O Monte Eiger teve marcado seu cume a 11 de agosto de 1858, quando o Irlandês Charles Barrington, joquei por profissão e alpinista por destino conjutamente com seus guias suiços Christian Almer e Peter Bohren; ousoaram desafiar a face oeste do monte, desde então muitos foram os outros que deram sua vida pela sensação que estes tiveram. Até a década de 1930, foram abertas vias pelas faces sul e leste. A face norte, de cerca de 1.650 metros de altura, açoitada por tempestades rapidamente formadas,  era considerada invencível, tornando ainda mais perigosa a escalada constantes avalanches de rochas e gelo.


Junto com os picos Jungfrau (4.158 m) e Mönch (4.107 m), o Eiger forma um conjunto mítico de montanhas, temido e admirado por alpinistas de todo o mundo, devido às dificuldades para escalar.

Subida e descida difíceis

   A rota do cume do Eiger (3.970 m) pelo desfiladeiro Eigerjoch (norte – 3.614 m e sul – 3759 m) é considerada a descida clássica. Por este caminho, em condições de tempo normais, chega-se em cerca de quatro horas, através do Oberes Mönchsjoch (3.627 m) ao Jungfraujoch (3.454 m).

   Mas, sob neblina e tempestade, pode ocorrer nessa descida pela neve eterna o perigoso fenômeno chamado white out, em que o alpinista não consegue mais distinguir entre as estruturas da montanha e o horizonte. Por isso, muitos escaladores da face norte preferem descer pela face oeste.


O ponto alto da febre do Eiger foi na década de 1930, quando foram realizadas as primeiras tentativas de se conquistar o pico da montanha através da sua face norte, aventura que abriu uma nova era no alpinismo. Alemães, austríacos e italianos haviam se lançado no desafio. Após uma sucessão de fracassos trágicos e intenso debate público sobre a ética das tentativas de uma escalada tão perigosa, uma equipe formada por dois alemães e dois austríacos, Heinrich Harrer, lideradas pelo alpinista Anderl Heckmair, conseguiram o impossível em 1938.

   Provavelmente era inevitável, mas a realização desportiva acabou sendo envolvida com a política da época. A imagem de alemães e austríacos, unidos na conquista do desafio, poucos meses apenas após o 'Anschluss', a unificação dos dois países, era costurada perfeitamente para a máquina de propaganda do regime nazista.


Após a fantástica conquista, os quatro escaladores foram convidados para uma recepção em Breslau, cidade que pertenceu à Alemanha e que hoje se chama 'Wroclaw' e é polonesa, onde foram pessoalmente congratulados por Hitler.

   O interesse público retornou nos anos 1960, quando novas trilhas foram criadas na montanha. E quanto mais pessoas morriam tentando escalar a montanha, mais intenso era o debate sobre a moral e ética do alpinismo.


As alpinistas que escalam do Eiger através da sua face norte têm de vencer obstáculos mortais conhecidos por nomes como 'Calça de Gelo', 'Bivaque Mortal', 'Saliência Quebradiça' e a 'Travessia dos Deuses'. Até então, 65 pessoas já morreram na face norte da montanha.


 

  Em 1957, um alpinista italiano morreu na montanha e as equipes de resgate não foram capazes de alcançar o seu corpo. Por dois anos ele ficou pendurado em um local inacessível, servindo também como símbolo macabro do 'Vale da Morte'.

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  Mount Eiger had marked its peak on August 11, 1858, when the Irishman Charles Barrington, jockey by profession and by destination conjuto climber with his Swiss guides Christian Almer and Peter Bohren, dare to challenge the west side of the hill, since many were others who gave their lives for the feeling that they had. Until the 1930s, his cheeks were open roads south and east. The north face of about 1,650 meters high, lashed by storms formed rapidly, was considered invincible, making it even more dangerous escalation constant avalanches of rocks and ice.

Along with the Jungfrau peak (4,158 m), Mönch (4107 m), the Eiger form a set of mythical mountains, feared and admired for climbers from around the world, due to difficulties in climbing.
 
Rise and fall hard

The route from the summit of Eiger (3,970 m) Eigerjoch the canyon (north - south I 3614 - 3759 m) is considered the fall classic. By this way, in normal weather conditions, it arrives in about four hours through the Oberes Mönchsjoch (3627 m) to the Jungfraujoch (3,454 m).

But, in fog and storm, can occur in the eternal snow fall the dangerous phenomenon called white out, where the climber can no longer distinguish between the structures of the mountain and skyline. So many climbers prefer the north face down the west face.


The highlight of the foot of the Eiger was in the 1930s, when the first attempts were made to conquer the peak of the mountain via its north face, an experience that opened a new era in mountaineering. Germans, Austrians and Italians had launched the challenge. After a succession of tragic failures and intense public debate about the ethics of an escalation of the attempts so dangerous, a team of two Germans and two Austrians Heinrich Harrer, Anderl Heckmair led by the climber, managed the impossible in 1938.


It was probably inevitable, but the performance turned out to be sporting involved with the politics of the time. The image of Germans and Austrians, together winning the challenge, only a few months after the 'Anschluss', the unification of the two countries was perfectly tailored to the propaganda machine of the Nazi regime.

After a fantastic achievement, the four climbers were invited to a reception in Breslau, a city that belonged to Germany and what is now called 'Wroclaw' and is Polish, where they were personally congratulated by Hitler.

The public interest returned in the 1960s, when new tracks were created on the mountain. And the more people died trying to climb the mountain, was the most intense debate about morals and ethics of mountaineering.


The climbers who climb the Eiger via its north face they have to overcome deadly obstacles known by names like 'Ice Pants', 'Death Bivouac', 'Brittle Boss' and 'Crossing the Gods'. Until then, 65 people have died on the north side of the mountain.

In 1957, an Italian climber died on the mountain and rescue teams were unable to reach his body. For two years it hung in an inaccessible location, serving also as a symbol of the macabre 'Death Valley'.


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