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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mont Blanc - Em Busca dos Mitos + Mont Blanc - In Search of Myths




  O Monte Bianco ( Em Italiano - Montanhna Branca), ou La Dame Blanche (Em Francês - A Dama Branca), é a mais alta montanha dos Alpes Ocidentais, estando classificada em 11° no mundo,  em Proeminência Topográfica, ergue-se majestosamente no Vale de Aosta - Itália e Haute-Savoie - França, tentando tocar levemente o ceú acima do cume de 4.810 metros de altitude.

    Chamonix pode ser tida como o berço do montanhismo moderno, a época em que os homens passaram a observar as montanhas e desejavam-nas como um jogo, um desafio, um enorme desafio.

O Mont Blanc (4.808m) é o cume central na foto. A primeira 
ascensão foi feita pela crista à direita do grande glaciar que se vê ao 
centro. Foto dos autores.
   A 1760, Horace Benedict Saussure - Naturalista, Físico e Geólogo Suíço; viu-se surpreendido com a magnifica visão ante seus olhos, as encostas geladas se expunham para  que pensamentos ali fossem naquela vastidão branca, fria,  inóspita fossem plantadas. Saussure imaginava que estando uma vez no cume poderia realizar diversas experiências cientificas, proporcionando uma fama grandiosa. O ímpeto desejo de cumear o monte era propondo um desafio. Saussure ofereceu um prêmio a quem alcançasse o improvável, na época o cientista acrescentava o frio de -1000° no cume do monte ao já impensável desafio. No entanto um camponês vislumbrou um caminho, um caminho seguro o bastante para arriscar-se contra os monstros que ali habitavam.

   Várias tentativas foram feitas, sendo que, em uma delas, até se ganhou certa altura, mas os ousados aventureiros voltaram, porque a ascensão deveria ser feita em apenas um dia. “As pessoas não acreditavam que fosse possível aventurar-se a passar a noite naquelas neves”, teriam dito a Saussure.

   Jacques Balmat era o homem a desafiar, demônios, frio,solidão e tudo mais, acostumado a caçar "chamois" na região, subia as encostas do enigmático monte, ate que uma vez se perdeu e teve de pernoitar ao relento, o terror dominou-o durante a noite... as montanhas são seres vivos, ouvia-se sons da geleira e do vento cortante, nada tão aterrorizante quando a possibilidade de encontrar os dragões que ali habitavam.

Estátua de Saussure e Balmat com o Mont Blanc ao fundo Chamonix, 
França. Foto dos autores. O dia chegou enfim, o calor do sol e a certeza de que estava vivo, não fora perturbado pelos montros. No retorno á cidade encontrou Michel-Gabriel Paccard, contou-lhe o que havia acontecido e como vira uma possível passagem para o topo. A 8 de agosto de 1786 galgando os últimos passos, surpressos pela ausência de bestas, monstros ou quaisquer outros habitantes das alturas cumearam o Mont Blanc. Ao retorno recebendo seu premio e preparando já a primeira guiada cientifica. Em 1787 O próprio Saussure estava diante do vale que viveu a vida, seus 17 acompanhantes foram necessários para transportar os equipamentos científicos usados freneticamente durante as quatro horas de permanência no cume desejado.
   A revista espanhola Desnível, em seu editorial da edição de número 1422, define bem este movimento: “A partir de 1786, nada mais parou a busca da beleza que existe nas montanhas. A primeira ascensão ao Mont Blanc foi um grito no cume, cujo eco se estendeu por todo o mundo e que trouxe em seguida novas ascensões. Calou-se ali onde estavam preparados para entendê-lo”. E continua: “As repetições ao Mont Blanc e primeiras ascensões a cumes alpinos mais acessíveis, deram passo a objetivos mais desafiantes. Mas, acima de tudo, veio algo muito mais importante. Então, e não antes, se desencadeou um movimento que trouxe consigo um universo cultural próprio. Graças a ele, o alpinismo mundial se encheu de grandes obras pictóricas, literárias, fotográficas e cinematográficas”. Foi mais do que uma simples revolução alpina, foi uma revolução humana, pois ali surgia o alpinismo, três anos antes da Revolução Francesa e em plena Revolução Industrial.
  
   O Mont Blanc não é a montanha mais alta da Europa, pois perde em altura para o Elbrus (5.642m), nos Cáucasos ocidentais, na Rússia, mas é a mais alta de todos os cumes vizinhos, que formam o epicentro do movimento alpinístico mundial. Balmat voltou à montanha em junho de 1787, na companhia de outros dois guias, para realizar a segunda ascensão. Finalmente, em agosto deste mesmo ano, Saussure, então com 47 anos, realizou seu sonho pisando o cume do Mont Blanc, acompanhado por Balmat e mais 18 ajudantes, na terceira ascensão ao cume da montanha. “Não dava crédito aos meus olhos, parecia-me um sonho, quando vi a meus pés estas cimas majestosas, estas agulhas terríveis”, escreveu o suíço.

   Ao longo do século XIX, o Mont Blanc passou a dividir as atenções com outras montanhas dos Alpes, mas mesmo assim continuou sendo palco de realizações históricas. A primeira ascensão feminina ao Mont Blanc foi Marie Paradis em 1808. Depois, em 1856, o físico e filósofo irlandês John Tyndall passou uma noite acampado no cume. O Mont Blanc começou a atrair também escritores, pintores e artistas de toda a Europa. O pintor britânico John Ruskin chamou o maciço do Mont Blanc de “as catedrais da Terra”.

Aiguille du Midi (3.800m) em Chamonix, França. Foto dos autores.As montanhas vizinhas ao Mont Blanc foram aos poucos também sendo subidas. Em 1818, a Aiguille du Midi (3.800m) foi escalada. Em 1855, foi a vez do Mont Blanc du Tacul (4.248m) e, em 1872, a Aiguille de Leschaux (3.759m). Em 24 de julho de 1821 foi fundada a primeira e mais prestigiosa associação de guias de montanha do mundo, a Compagnie des Guides de Chamonix. A maioria das ascensões da época eram verdadeiras expedições, como a de Saussure, com porteadores e pesados equipamentos.

   É no início da segunda metade do século XIX que se começa a surgir uma certa infraestrutura para facilitar as ascensões dos alpinistas nos Alpes. No Mont Blanc, em 1853, é construído o refúgio Grands Mulets, sobre a antiga cabana de Saussure, no que é hoje chamada de via histórica. Em 1858, faz-se uma cabana na Aiguille du Goûter, a 3.817m, hoje chamada refúgio du Goûter, de onde hoje se parte para atacar o cume pela rota normal. Finalmente, em 1890, surge o refúgio Vallot, a 4.262m, também na rota normal, construído como base de apoio para as pesquisas científicas do meteorologista e botânico Joseph Vallot.


Mont Blanc du Tacul (4.248m), em Chamonix, França. Foto dos 
autores.
   O alpinismo, na primeira metade do século XIX, teve forte motivação científica. A alta montanha era um universo absolutamente novo, que despertava a curiosidade de pesquisadores dos mais diversos campos do saber. Depois, a partir de 1850, o alpinismo deixou a aura científica e passou a ser visto e praticado como um jogo, um esporte. Foi aí que ele viveu o que ficou conhecido como os anos dourados do alpinismo. Tomados de uma verdadeira febre ascensionista, alpinistas europeus, mas especialmente ingleses, passaram a conquistar todo e qualquer cume virgem. Para se ter uma idéia, somente nos Alpes, entre 1863 e 1865, foram registradas primeiras ascensões de mais de 100 cumes principais.

   Também nesta época dourada e de grande efervescência surgiu entre os alpinistas o interesse em se reunir e organizar, o que levou à criação de inúmeros clubes e associações. Em 1857, foi fundado em Londres o primeiro clube de montanha da história, o The Alpine Club. Entre 1859 e 1862, ele publicou três volumes com narrações de montanhistas pioneiros, chamados “Picos, Passos e Glaciares”, que deram origem ao Alpine Journal, primeira publicação periódica dedicada ao montanhismo. Logo depois surgiram os clubes alpinos austríaco, suíço, italiano e alemão. Em 1874, foi fundado o Club Alpin Français, que apenas um ano depois já contava com mil sócios. Foi o britânico Albert Frederick Mummery, porém, quem criou as bases do alpinismo moderno, no final do século XIX. Com o tempo, já conquistados os cumes ainda virgens, a graça do jogo passou não mais a se escalar um cume pela primeira vez, mas sim alcançá-lo pelo seu lado mais difícil e desafiador. A mudança de mentalidade exigia novos materiais, foi então que surgiram os primeiros antecessores dos piolets e grampões, e quando se começou a usar cordas nas escaladas com o objetivo de proteger os escaladores.

Parte desta postagem foi retirada do site da Companhia da Escalada - Agradeço à Companhia da Escalada
pela fonte de informação e possibilidade de divulgar a historia do alpinismo mundial.

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 O Monte Bianco ( Em Italiano - Montanhna Branca), ou La Dame Blanche (Em Francês - A Dama Branca), é a mais alta montanha dos AlpMonte Bianco (In Italian - Montanhna White), or La Dame Blanche (In French - The White Lady), is the highest mountain in the Western Alps, ranking 11th in the world in topographic prominence, stands majestically in the Aosta Valley - Italy and Haute-Savoie - France, trying to lightly touch the sky above the summit of 4,810 meters of altitude.



    Chamonix can be regarded as the birthplace of modern mountaineering, the time when men began to see the mountains and wanted them as a game, a challenge, a challenge.

 In 1760, Horace Benedict de Saussure - natural, physical and Swiss geologist, found himself surprised at the magnificent sight before her eyes, the icy slopes were exposed to thoughts that there were vast white, cold, inhospitable were planted. Saussure thought that being once at the summit could achieve several scientific experiments, providing a great reputation. The impetus of desire cumear Hill was posing a challenge. Saussure offered a prize to those who achieve the improbable, then the scientist added the cold -1000 ° at the top of the mountain to the already unthinkable challenge. However a farmer saw a path, a path safe enough to venture against the monsters who lived there.



 Several attempts were made, and, in one of them, until they gained some height, but the daring adventurers returned, because the rise should be done in one day. "People could not believe it was possible to venture out to spend the night in those snows," could have said to Saussure.
   Jacques Balmat was the man to challenge, devils, cold, loneliness and everything, accustomed to hunting "chamois" in the region, climbed the slopes of Mount enigmatic, until once got lost and had to stay overnight in the open, terror-dominated during the night ... the hills are alive, you could hear sounds from the glacier and the biting wind, nothing so terrifying when the possibility of finding the dragons who lived there.

Statue of de Saussure and Balmat with Mont Blanc in the background Chamonix, France. Photo of the authors. The day finally came, the sun's heat and the certainty that he was alive, had not been disturbed by monsters. On returning to the city found Michel-Gabriel Paccard, told him what had happened and how he had seen a possible move to the top. The August 8, 1786 climbing the last steps by the absence of unsuspecting beasts, monsters or any other inhabitants of cumearam heights of Mont Blanc. By getting your return premium and already preparing the first guided science. In 1787 Saussure himself was before the valley who lived his life, his 17 companions were needed to transport scientific equipment used during the four hours frantically to stay on top you want.


   The Spanish magazine Pitch in its editorial of issue number 1422, clearly defines this movement: "Since 1786, nothing has stopped the search for beauty that exists in the mountains. The first ascent of Mont Blanc was a scream at the top, whose echo has spread throughout the world and then brought further rises. She stopped where there were prepared to understand it. " He continues: "The repetitions to Mont Blanc and the first ascents alpine ridges more accessible, have given way to more challenging goals. But above all, it has something much more important. Then, and not before it triggered a movement that has brought its own cultural universe. Thanks to him, the climbing world was filled with great art works, literary, photographic and cinematographic. " It was more than a mere revolution Alpine, was a human revolution, because there appeared mountaineering, three years before the French Revolution and Industrial Revolution in full.

   The Mont Blanc is the highest mountain in Europe, because it loses in height to the Elbrus (5.642m) in the Western Caucasus in Russia, but is the highest of all neighboring peaks, which form the epicenter of the global movement Alpinist . Balmat returned to the mountain in June 1787, in company with two other guides, to make the second ascent. Finally, in August of that year, Saussure, then 47, realized his dream stepping on the summit of Mont Blanc, accompanied by 18 aides Balmat and more in the third ascent to the summit of the mountain. "Do not give credit to my eyes, it seemed a dream, when I saw my feet Cimas these majestic, these needles are appalling," wrote the Swiss.



 
   Throughout the nineteenth century, the Mont Blanc went on to share the spotlight with other mountains of the Alps, but still remained the site of historic accomplishments. The first female ascent of Mont Blanc was Marie Paradis in 1808. Then in 1856 the Irish physicist and philosopher John Tyndall spent a night camped on the summit. The Mont Blanc also began to attract writers, painters and artists from across Europe. The British painter John Ruskin called the Mont Blanc massif of "the cathedrals of the earth."

Aiguille du Midi (3.800m) in Chamonix, France. Photo of autores.As mountains surrounding the Mont Blanc were also gradually being lifted. In 1818, the Aiguille du Midi (3.800m) has been climbing. In 1855, it was the turn of the Mont Blanc du Tacul (4.248m) and in 1872, the Aiguille de Leschaux (3.759m). On July 24, 1821 was founded the first and most prestigious association of mountain guides in the world, the Compagnie des Guides de Chamonix. Most of the time rises expeditions were true, as de Saussure, and porters with heavy equipment.

It's early in the second half of the nineteenth century that there emerged some infrastructure to facilitate the rise of the climbers in the Alps. At Mont Blanc, in 1853, is the refuge Grands MULETS built on the old hut Saussure, in what is now called the historical road. In 1858, it is a cabin on the Aiguille du gout, 3.817m, now called Goûter du refuge, where today is to attack the top part of the normal route. Finally, in 1890, comes the Vallot refuge, to 4.262m, also in the normal course, built as a support base for scientific research meteorologist and botanist Joseph Vallot.
 

    Mont Blanc du Tacul (4.248m) in Chamonix, France. Photo of the authors. Mountain climbing in the first half of the nineteenth century, had a strong scientific motivation. The mountain was a completely new universe, which aroused the curiosity of researchers from various fields. Then in 1850, climbing and left the scientific aura began to be seen and practiced as a game, a sport. It was there that he lived on what became known as the golden age of mountaineering. Taken from a boom in ascension, the climbers in Europe, but especially English, began to conquer any summit virgin. To get an idea, only in the Alps, between 1863 and 1865, were recorded first ascents of peaks over 100 major.

   Also in this golden era of great unrest arose among the climbers interest to meet and organize, which led to the creation of numerous clubs and associations. In 1857 he founded the first club in London's mountain history, The Alpine Club. Between 1859 and 1862, he published three volumes with stories of pioneering climbers, called peaks, glaciers and Steps, "which gave rise to the Alpine Journal, the first periodical devoted to mountaineering. Soon there were clubs alpine Austrian, Swiss, Italian and German. In 1874, founded the Club Alpin Français, just a year later had grown to one thousand members. It was Albert Frederick Mummery Briton, however, who laid the foundations of modern mountaineering in the late nineteenth century. Over time, already conquered the peaks are still virgin, the grace of the game no longer has to climb a ridge for the first time, but reach it at its most difficult and challenging. The change in mindset required new materials, so that arose was the predecessor of ice axes and crampons, and when it began to use strings on the climbs in order to protect climbers.



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